Exploração. Refino e Distribuição

BRAVA ENERGIA S.A.

BRAV3

Pesquise no conteúdo dos documentos, filtre por tipo e abra a fonte original para conferir o contexto completo.

Comunicações

104 documentos
  1. Fato Relevante28 mai 2026
    Abrir fonte ↗

    Brava Energia: Atualização sobre anuência prévia para aquisição de controle

    Brava Energia informa que debenturistas da 4ª Emissão 3R aprovaram anuência prévia para aquisição de controle pela Ecopetrol, enquanto anuências para outras emissões estão pendentes.

    • Debenturistas da 4ª Emissão 3R da Brava Energia aprovaram consentimento prévio para a aquisição de controle da Companhia pela Ecopetrol Investimentos do Brasil Ltda.
    • A aprovação da 4ª Emissão 3R evita o vencimento antecipado não automático das debêntures, condicionada à consumação da aquisição de controle e observadas as condições da deliberação.
    • A aquisição de controle da Brava Energia pela Ecopetrol ocorre no âmbito de uma Oferta Pública de Aquisição de Ações lançada em 25 de maio de 2026.
    • Permanece pendente a obtenção de anuência prévia para o vencimento antecipado da 3ª Emissão 3R e da 3ª Emissão Enauta devido à falta de quórum nas assembleias gerais de debenturistas.
    • Novas Assembleias Gerais de Debenturistas serão convocadas para apreciar os pedidos de anuência prévia das 3ª Emissão 3R e 3ª Emissão Enauta.
  2. Outro27 mai 2026
    Abrir fonte ↗

    Ata de AGD Brava Energia S.A. para Waivers sobre Aquisição de Controle

    A Assembleia Geral de Debenturistas da Brava Energia S.A. aprovou um waiver para a Aquisição de Controle, condicionando-o a restrições de dívida, distribuição de dividendos e pagamento de prêmio.

    • A Assembleia Geral de Debenturistas (AGD) da Brava Energia S.A. (antiga 3R Petroleum) foi realizada de forma remota em 27 de maio de 2026.
    • O objetivo principal da AGD foi deliberar sobre um consentimento prévio (waiver) para a realização de uma Aquisição de Controle.
    • O waiver busca evitar que a Aquisição de Controle seja caracterizada como uma hipótese de vencimento antecipado não automático das Debêntures da 4ª emissão.
    • A AGD contou com a presença de debenturistas representando 77,24% das Debêntures da Primeira Série e 67,16% das Debêntures da Segunda Série.
    • A aprovação do waiver foi concedida com 76,96% dos votos das Debêntures da Primeira Série e 66,18% dos votos das Debêntures da Segunda Série em circulação.
    • Como contrapartida, a Emissora não poderá contratar novas dívidas por 24 meses se o Índice Financeiro Dívida Financeira Líquida/EBITDA Ajustado superar 2,50x.
    • A Emissora também não poderá distribuir dividendos acima do mínimo legal de 25% do lucro líquido por 24 meses se o Índice Financeiro Dívida Financeira Líquida/EBITDA Ajustado superar 1,75x.
    • Os debenturistas farão jus ao pagamento de um prêmio flat (waiver fee) equivalente a 0,50% sobre o Valor Nominal Unitário das debêntures, a ser pago após a conclusão da Aquisição de Controle.
    • Os efeitos das deliberações estão condicionados à obtenção de aprovações similares em outras emissões de debêntures da Emissora.
    • O Agente Fiduciário alertou sobre a possibilidade de riscos não mensuráveis às Debêntures, incluindo o aumento da exposição ao risco de crédito decorrente da alteração de Controle.
  3. Outro27 mai 2026
    Abrir fonte ↗

    Brava Energia S.A.: Termo de Não Instalação da Assembleia Geral de Debenturistas

    Este documento registra a não instalação da Assembleia Geral de Debenturistas da 3ª emissão da Brava Energia S.A. em 27 de maio de 2026, devido à ausência de quórum mínimo.

    • A Assembleia Geral de Debenturistas da Brava Energia S.A. (antiga 3R Petroleum Óleo e Gás S.A.) foi convocada para 27 de maio de 2026, às 11:00 horas, de forma exclusivamente digital.
    • A reunião era referente à 3ª emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, da espécie quirografária.
    • Estiveram presentes debenturistas representando 20,61% das Debêntures em Circulação, além de representantes do Agente Fiduciário (Vórtx DTVM) e da Emissora.
    • A Assembleia não foi instalada devido à falta de quórum mínimo, conforme Art. 71, §3º, da Lei das Sociedades por Ações e cláusula 6.4.2.1 da Escritura de Emissão.
    • A Emissora informará a publicação do edital para a segunda convocação da Assembleia.
    • O edital de convocação foi publicado no jornal “Diário Comercial” nos dias 06, 07 e 08 de maio de 2026.
  4. Outro27 mai 2026
    Abrir fonte ↗

    Brava Energia: Termo de Não Instalação de AGD da 3ª Emissão de Debêntures

    A Brava Energia S.A. informou que a Assembleia Geral de Debenturistas da 3ª emissão, referente às debêntures da Enauta Participações S.A., não foi instalada por falta de quórum.

    • A Assembleia Geral de Debenturistas (AGD) da 3ª emissão das debêntures da Brava Energia S.A. foi agendada para 27 de maio de 2026, às 14:00, em formato digital.
    • Estiveram presentes debenturistas representando 26,85% da primeira série, 16,04% da segunda série e 21,59% da terceira série das debêntures em circulação.
    • A convocação da AGD seguiu o Art. 124, §1º, inciso II, e Art. 71, §2º da Lei das Sociedades por Ações e a Cláusula 9 da Escritura de Emissão.
    • A AGD não foi instalada devido à falta do quórum mínimo exigido pelo Art. 71, §3º da Lei das Sociedades por Ações e Cláusula 6.4.2.1 da Escritura de Emissão.
    • A Emissora publicará oportunamente o edital para a segunda convocação da Assembleia Geral de Debenturistas.
  5. Fato Relevante25 mai 2026
    Abrir fonte ↗

    Brava Energia comunica registro de OPA da Ecopetrol para aquisição de controle

    A Brava Energia S.A. informou que a Ecopetrol Investimentos do Brasil Ltda. obteve o registro automático de uma Oferta Pública de Aquisição (OPA) para assumir o controle da Companhia, visando adquirir 25% das ações a R$ 23,00 por ação.

    • A Brava Energia S.A. recebeu comunicação da Ecopetrol Investimentos do Brasil Ltda. sobre o registro automático da Oferta Pública de Aquisição de Ações (OPA) para aquisição de controle.
    • A OPA tem como objetivo adquirir 116.110.717 ações ordinárias da Companhia, correspondendo a aproximadamente 25% do total de ações.
    • O preço da oferta é de R$ 23,00 por ação, e caso a OPA seja bem-sucedida, a Ofertante passará a deter 51% do capital social da Brava Energia.
    • O leilão da OPA está programado para ser realizado no sistema eletrônico de negociação da B3 em 25 de junho de 2026.
    • O Conselho de Administração da Brava está avaliando os termos da OPA e divulgará um parecer fundamentado sobre a oferta em até 15 dias.
  6. Outro13 mai 2026
    Abrir fonte ↗

    Fitch coloca ratings da Brava Energia em Observação Positiva

    A Fitch Ratings colocou os ratings da Brava Energia S.A. em Observação Positiva devido à aquisição de uma participação pela Ecopetrol S.A. e proposta de oferta pública para controle acionário.

    • A Fitch Ratings colocou os IDRs (Issuer Default Ratings) de Longo Prazo em Moeda Local e Estrangeira 'BB-' e o Rating Nacional de Longo Prazo 'AA-(bra)' da Brava Energia S.A. em Observação Positiva.
    • A Observação Positiva foi motivada pelo anúncio de que a Ecopetrol S.A. adquiriu 26% do capital social da Brava e proporá a compra da parcela remanescente para completar 51% das ações com direito a voto.
    • Se a aquisição for concluída, os ratings da Brava poderão se beneficiar de incentivos estratégicos e suporte da Ecopetrol, o que pode elevar os IDRs da Brava em um grau.
    • Os ratings atuais da Brava refletem sua escala limitada, base de ativos diversificada com reservas robustas, alavancagem financeira moderada e em queda, além da melhora na eficiência operacional.
    • A Fitch projeta uma produção média da Brava de 85 kboe/d em 2026 e 93 kboe/d em 2028.
    • A desalavancagem da Brava é esperada para acelerar em 2026, com projeções de alavancagem bruta e líquida pelo EBITDA de 1,9x e 1,1x, respectivamente, em 2026.
    • A expectativa é de novos ganhos de eficiência, com os custos de extração caindo para cerca de USD17,0/boe em 2026 e USD15,0/boe em 2027.
    • Fluxos de caixa robustos das operações (CFO) devem cobrir o capex anuais, resultando em fluxo de caixa livre (FCF) positivo.
    • A Brava apresentava forte liquidez em março de 2026, com BRL5,6 bilhões em caixa, cobrindo amortizações da dívida até 2028.
  7. Apresentação7 mai 2026
    Abrir fonte ↗

    BRAV3: Resultados do 1T26 e Destaques Operacionais e Financeiros

    A BRAV3 divulgou seus resultados do primeiro trimestre de 2026, com recorde de receita líquida e EBITDA ajustado, redução da alavancagem e progresso na campanha de perfuração offshore.

    • A BRAV3 alcançou receita líquida e EBITDA Ajustado recordes no 1T26, com US$ 596 milhões e US$ 310 milhões, respectivamente.
    • A alavancagem líquida da Companhia reduziu de 3,4x para 1,8x no 1T26.
    • A campanha integrada de perfuração offshore em Papa-Terra e Atlanta está avançando, com primeiro óleo de Papa-Terra previsto para o 4T26.
    • O free cash flow (FCF) no 1T26 totalizou US$ 78 milhões, e a Companhia mantém uma posição de caixa robusta de US$ 1,08 bilhão.
    • O lifting cost offshore reduziu em 11% T/T, enquanto o CAPEX total caiu 33% T/T e 57% A/A.
    • As reservas certificadas são de 459 MMboe (1P) e 611 MMboe (2P).
    • A produção média de abril atingiu 80 kboe/d, representando um aumento de 5% em relação ao 1T26.
    • A BRAV3 enfatiza a governança independente, investimentos em ESG e a busca contínua por otimização de custos e estabilização da produção.
  8. Apresentação7 mai 2026
    Abrir fonte ↗

    BRAV3: Apresentação de Resultados do 1T26 e Destaques Operacionais e Financeiros

    A Companhia BRAV3 apresentou seus resultados do primeiro trimestre de 2026 com recordes de receita líquida e EBITDA ajustado, redução de custos e desalavancagem, impulsionados pela produção e preços de óleo.

    • A Companhia BRAV3 reportou Receita Líquida e EBITDA Ajustado recordes no 1T26, com crescimento impulsionado pelo aumento de 34% nos preços do óleo.
    • O EBITDA Ajustado atingiu US$ 310 milhões (+69% A/A) com margem de 52%, sendo 68% no Offshore e 51% no Onshore.
    • O lifting cost offshore reduziu para US$ 10,8 no 1T26 (-13% T/T), enquanto o custo onshore se manteve estável.
    • O CAPEX total caiu 33% T/T e 57% A/A, refletindo um esforço de normalização de investimentos após projetos como Atlanta.
    • A Companhia alcançou uma Posição de Caixa robusta de US$ 1,08 bilhão e reduziu sua alavancagem de 3,4x para 1,8x (Dívida Líquida/EBITDA LTM).
    • A campanha integrada de perfuração no Offshore (Papa-Terra e Atlanta) avança, com previsão de primeiro óleo em Papa-Terra no 4T26 e em Atlanta no 1S27.
    • As reservas certificadas são de 459 MMboe (1P) e 611 MMboe (2P).
    • Houve uma autorização para a 3R Offshore prosseguir com a cessão compulsória da participação de 37,5% da NTE no Campo de Papa-Terra, sujeito a condições de não alienação a terceiros e reversibilidade.
    • O Fluxo de Caixa Livre (FCF) foi de US$ 78 milhões no 1T26, sem considerar obrigações de portfólio.
    • A Companhia continua com a meta de estabilizar a produção, reduzir o custo da dívida, desalavancar e otimizar custos com o programa Brava Eficiente.
  9. Apresentação7 mai 2026
    Abrir fonte ↗

    BRAV3: Apresentação de Resultados 1T26 e Atualização Operacional e Financeira

    A BRAV3 reporta resultados financeiros e operacionais recordes no 1T26, com destaque para a redução da alavancagem, avanço nas campanhas de perfuração e desenvolvimento na disputa do campo de Papa-Terra.

    • A empresa registrou Net Revenues recordes (em USD) e um Adjusted EBITDA de US$310 milhões no 1T26, com a margem EBITDA expandindo para 52%.
    • A produção média em abril atingiu 80 kboe/d, e o custo de elevação offshore foi reduzido em 13% QoQ para US$10,8/boe no 1T26.
    • A posição de caixa no final do 1T26 era de US$1,08 bilhão, e a alavancagem líquida foi reduzida de 3,4x para 1,8x dívida líquida/EBITDA.
    • O Capex total no 1T26 foi de US$72 milhões, representando uma queda de 33% QoQ e 57% YoY, com expectativa de aumento nos próximos trimestres devido às campanhas de perfuração.
    • A campanha de perfuração em Papa-Terra foi iniciada em março de 2026, com o primeiro óleo dos poços PPT-52 e PPT-53 esperado para o 4T26; a perfuração em Atlanta está prevista para iniciar em outubro de 2026, com o primeiro óleo no 1S27.
    • Uma ordem processual arbitral e a ANP autorizaram a 3R Offshore a prosseguir com a cessão da participação de 37,5% da NTE no consórcio de Papa-Terra, sob condições de não transferência a terceiros e reversibilidade.
    • A certificação de reservas da empresa foi atualizada para 459 MMboe (1P) e 611 MMboe (2P).
    • Destaques ESG incluem a integração da sustentabilidade nas funções financeiras e de Relações com Investidores, adesão ao Pacto Global da ONU e registro de 18,7 kgCO²e/boe na intensidade de emissões offshore (Escopo 1).
  10. ITR6 mai 2026
    Abrir fonte ↗

    Brava Energia: Resultados do 1T26 com Crescimento de Receita e EBITDA

    A Brava Energia divulgou seus resultados do 1T26, com forte crescimento de receita líquida e EBITDA ajustado, impulsionado pelo segmento offshore e valorização do Brent, além de redução da alavancagem.

    • A revenue alcançou R$ 3.135 milhões (US$ 596 milhões) no 1T26, um crescimento de 9% A/A e 23% T/T, registrando o maior nível histórico em dólar.
    • O EBITDA Ajustado atingiu R$ 1.628 milhões (US$ 310 milhões) no 1T26, um incremento de 52% A/A e 2x T/T, resultando em uma Margem EBITDA Ajustada de 51,9%.
    • A Produção Média Total foi de 76,0 mil boe/d no 1T26 (+7% A/A), impulsionada pela retomada da produção em Parque das Conchas e o início da campanha de perfuração em Papa-Terra.
    • O Lifting Cost da Companhia reduziu para US$ 14,2/boe (-18% A/A), com destaque para o segmento offshore a US$ 10,8/boe.
    • A Geração de caixa livre foi de US$ 78 milhões no 1T26, e a Posição de Caixa finalizou em US$ 1.080 milhões.
    • A Alavancagem (Dívida Líquida/EBITDA Ajustado) diminuiu para 1,84x em dólar no 1T26, o menor nível desde a formação da Companhia em 2024.
    • Foram certificadas 459 milhões de boe de Reservas 1P e 611 milhões de boe de Reservas 2P com data-base em 31 de dezembro de 2025.
    • O financial_result foi negativo em R$ 1.578 milhões, e o net_income resultou em prejuízo de R$ 350 milhões, ambos impactados por efeitos contábeis não-caixa de marcação a mercado de hedge de óleo.
    • O Capex totalizou R$ 381 milhões no 1T26, com 53% direcionados ao segmento offshore.
    • A Companhia destacou avanços em ESG, incluindo o Relatório Integrado e a redução de emissões de GEE, além de projetos ambientais e sociais.
    • Agências de rating como Fitch e S&P Global reafirmaram suas avaliações para a Companhia, com perspectiva Positiva pela Fitch.
  11. ITR6 mai 2026
    Abrir fonte ↗

    Brava Energia: Resultados Financeiros e Operacionais do 1T26

    A Brava Energia reportou resultados robustos no 1T26, alcançando recordes em receita líquida e EBITDA ajustado e reduzindo significativamente a alavancagem, impulsionada por eficiência operacional e monetização de ativos.

    • A Brava Energia atingiu uma receita líquida de R$ 3.135 milhões (US$ 596 milhões) no 1T26, marcando o maior nível em dólar da história da empresa.
    • O EBITDA Ajustado foi de R$ 1.628 milhões (US$ 310 milhões) no 1T26, representando um aumento de 52% A/A e 2x T/T, também o maior nível histórico.
    • A Margem EBITDA Ajustada alcançou 51,9% no 1T26, um avanço de 20 p.p. T/T, com o segmento offshore registrando uma margem de 68%.
    • A produção média trimestral foi de 76,0 kboe/d no 1T26, representando um crescimento de 7% A/A, impulsionada pela retomada de produção em Parque das Conchas e normalização em Papa-Terra.
    • A alavancagem líquida foi reduzida para 1,84x em dólares no 1T26, o menor nível desde a formação da empresa em 2024.
    • O custo de elevação (Lifting Cost) médio ponderado da empresa diminuiu para US$ 14,2/boe no 1T26.
    • O Relatório de Certificação de Reservas de 2026 indicou 459 milhões de boe de reservas provadas (1P) e 611 milhões de boe de reservas provadas mais prováveis (2P).
    • O capex totalizou R$ 381 milhões (US$ 72 milhões) no 1T26, uma redução de 33% T/T, com concentração no segmento offshore e otimização nos segmentos onshore e downstream.
    • A Companhia registrou um net_income negativo de R$ 350 milhões (US$ 66 milhões), impactado principalmente por despesas financeiras não-caixa de marcação a mercado de contratos de hedge de petróleo.
    • O financial_result líquido foi negativo em R$ 1.578 milhões, devido a efeitos de marcação a mercado em instrumentos de hedge, mas o efeito caixa do hedge de petróleo foi um negativo líquido de R$ 19 milhões.
    • A posição de caixa no final do 1T26 foi de R$ 5.638 milhões (US$ 1.080 milhões), com um fluxo de caixa livre de US$ 78 milhões.
    • Foram feitos avanços na frente ESG, incluindo o fortalecimento da cultura de segurança, o progresso na agenda de transparência com a publicação do Relatório Integrado e a certificação ouro no inventário de emissões de GEE.
  12. ITR6 mai 2026
    Abrir fonte ↗

    Resultados da Brava Energia no 1T26

    A Brava Energia divulgou seus resultados do primeiro trimestre de 2026, com crescimento significativo da receita líquida e EBITDA ajustado, redução da alavancagem e avanço em projetos operacionais e estratégicos.

    • A Receita Líquida atingiu R$ 3.135 milhões no 1T26, um crescimento de 9% A/A e 23% T/T.
    • O EBITDA Ajustado totalizou R$ 1.628 milhões, com incremento de 52% A/A e 2x T/T, alcançando a margem de 51,9%.
    • A Produção Média Total foi de 76,0 mil boe/d no 1T26, representando um aumento de 7% A/A.
    • O Lifting Cost da Companhia reduziu para US$ 14,2/boe no 1T26.
    • A alavancagem financeira (dívida líquida/EBITDA LTM) atingiu 1,84x em dólar, o menor nível desde a fundação da Companhia em 2024.
    • O Lucro Líquido do 1T26 foi um prejuízo de R$ 350 milhões, impactado principalmente por efeitos contábeis não caixa da marcação a mercado de contratos de hedge de óleo.
    • O Capex totalizou R$ 381 milhões no 1T26, com foco em projetos offshore como a campanha de perfuração em Papa-Terra.
    • O Relatório de Certificação de Reservas 2026 indicou 459 milhões de boe de reservas provadas (1P) e 611 milhões de boe de reservas provadas mais prováveis (2P).
    • A Companhia avançou em iniciativas ESG, incluindo o fortalecimento da cultura de segurança e a publicação do Relato Integrado.
    • Foi pago R$ 57,4 milhões em dividendos em 30 de abril de 2026.
    • Petrobras exerceu o direito de preferência na aquisição da participação em Tartaruga Verde e Espadarte, encerrando a negociação com a Brava.
  13. Release6 mai 2026
    Abrir fonte ↗

    Brava Energia: Resultados do Primeiro Trimestre de 2026 (1T26)

    A Brava Energia reportou recordes de Receita Líquida e EBITDA Ajustado no 1T26, com forte desempenho operacional, redução de alavancagem e avanços em suas estratégias ESG e de gestão de ativos.

    • A Receita Líquida alcançou R$ 3.135 milhões (US$ 596 milhões) no 1T26, crescimento de 9% A/A e +23% T/T, registrando o maior nível histórico em dólar da Companhia.
    • O EBITDA Ajustado foi de R$ 1.628 milhões (US$ 310 milhões) no 1T26, incremento de +52% A/A e +2x T/T, atingindo o maior nível histórico da Companhia.
    • A Margem EBITDA Ajustada alcançou 51,9% no 1T26, com a margem offshore em 68%.
    • A alavancagem reduziu para 1,84x em dólar no 1T26, o menor nível desde a formação da Companhia em 2024.
    • A produção média trimestral foi de 76,0 mil boe/d no 1T26, +7% A/A, impulsionada pela retomada em Parque das Conchas e Papa-Terra.
    • O Lifting cost da Companhia reduziu para US$ 14,2/boe no 1T26, com destaque para o offshore que atingiu US$ 10,8/boe.
    • A geração de caixa livre no 1T26 foi de US$ 78 milhões, com posição de caixa em US$ 1.080 milhões.
    • O Capex totalizou R$ 381 milhões (US$ 72 milhões) no 1T26, representando uma redução de 33% T/T e concentrado no segmento offshore.
    • O Relatório de Certificação de Reservas 2026 indicou 459 milhões de barris de óleo equivalente (boe) de reservas provadas (1P) e 611 milhões de boe de reservas 2P.
    • A Companhia efetuou o pagamento de R$ 57,4 milhões em dividendos em 30 de abril de 2026.
    • Houve avanços significativos na frente ESG, incluindo o fortalecimento da cultura de segurança, a evolução na agenda de transparência e a publicação do Relato Integrado.
  14. Outro27 abr 2026
    Abrir fonte ↗

    BRAVA ENERGIA: Antecipação da Data de Pagamento de Dividendos

    A BRAVA ENERGIA comunicou a antecipação da data de pagamento dos dividendos, passando de 1º de maio para 30 de abril de 2026, mantendo as demais condições inalteradas.

    • A BRAVA ENERGIA antecipou a data de pagamento dos dividendos deliberados em Assembleia Geral Ordinária.
    • A nova data de pagamento é 30 de abril de 2026, anteriormente prevista para 01 de maio de 2026.
    • O montante total de dividendos é de R$ 57.418.563,07, correspondendo a R$ 0,12360222942 por ação.
    • A data-base dos acionistas (20/04/2026) e a data ex-dividendos (22/04/2026) permanecem inalteradas.
  15. Fato Relevante27 abr 2026
    Abrir fonte ↗

    Brava Energia vende participação na unitização de Jubarte para Petrobras

    A Brava Energia S.A. celebrou acordo com a Petrobras para a venda de sua participação na unitização do campo de Jubarte, no valor total de R$ 700 milhões e US$ 150 milhões.

    • A Brava Energia S.A. celebrou um acordo com a Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras) para a venda de sua participação na unitização de Jubarte.
    • A venda inclui 100% de uma porção do ring-fence do Campo de Argonauta (Concessão BC-10), na Bacia de Campos.
    • Esta porção representa 0,86% da jazida compartilhada do pré-sal de Jubarte, conforme AIP vigente desde 1º de agosto de 2025.
    • O valor total da transação é de R$ 700 milhões e US$ 150 milhões, sujeito a ajustes de preço.
    • O pagamento ocorrerá em três parcelas, com a Brava tendo direito a 23% do valor total da transação.
    • A conclusão da operação está sujeita a condições precedentes, incluindo a aprovação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
  16. Fato Relevante23 abr 2026
    Abrir fonte ↗

    Ecopetrol Notifica Brava Energia sobre Aquisição de Ações e OPA

    Ecopetrol S.A. informou à Brava Energia S.A. que celebrou contrato para adquirir aproximadamente 26% do seu capital social e pretende lançar uma oferta pública para alcançar 51% de controle.

    • Brava Energia S.A. recebeu notificação da Ecopetrol S.A. sobre a aquisição de ações da Companhia atualmente detidas por acionistas específicos.
    • A Ecopetrol firmou contrato de compra e venda de ações (SPA) para adquirir 120.813.490 ações ordinárias, correspondentes a cerca de 26% do capital social total da Brava Energia.
    • A consumação da transação está sujeita ao cumprimento de condições precedentes, incluindo a aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE).
    • A Ecopetrol busca alcançar uma posição acionária que garanta o controle acionário da Brava Energia, equivalente a 51% das ações com direito a voto.
    • A Ecopetrol pretende lançar uma oferta pública voluntária parcial de aquisição de ações (OPA) para atingir o controle, ao preço de R$23,00 por ação.
    • O preço da OPA representa um prêmio de aproximadamente 27,8% sobre a média ponderada por volume (VWAP) das ações da Brava Energia nos 90 dias anteriores.
    • A Ecopetrol espera que a gestão da Brava Energia obtenha os consentimentos e dispensas necessários dos instrumentos de financiamento e contratos comerciais relevantes.
    • A Ecopetrol S.A. é uma sociedade de economia mista colombiana com atuação em toda a cadeia de valor de hidrocarbonetos e expansão para energia limpa e transmissão de energia elétrica.
    • A transação adicionará reservas 1P relevantes (459 milhões de barris de óleo equivalente reportados por Brava em 2025) e produção (81 mil barris de óleo equivalente por dia reportados por Brava em 2025) ao portfólio da Ecopetrol no Brasil.
  17. Outro20 abr 2026
    Abrir fonte ↗

    Ata da Assembleia Geral Ordinária da Brava Energia S.A. de 2026

    A Assembleia Geral Ordinária da Brava Energia S.A. aprovou as contas de 2025, a destinação do lucro, elegeu membros do Conselho de Administração e fixou a remuneração da administração para 2026.

    • A Assembleia Geral Ordinária da Brava Energia S.A. foi realizada em 20 de abril de 2026, com a presença de acionistas representando aproximadamente 48,64% do capital social com direito a voto.
    • Foram aprovados o relatório da administração e as demonstrações financeiras, acompanhados dos pareceres dos auditores independentes, do Conselho Fiscal e do Comitê de Auditoria Estatutário, referentes ao exercício social de 2025.
    • Deliberou-se sobre a destinação do lucro apurado em 2025, incluindo absorção de prejuízos acumulados (R$ 612.507.535,87), constituição de reserva legal (R$ 39.935.826,21), reserva de incentivos fiscais (R$ 529.106.445,72), distribuição de d
    • A reserva de incentivos fiscais provém da participação no campo de Manati e do benefício fiscal transferido da Enauta Energia S.A. após sua incorporação.
    • O pagamento dos dividendos aprovados ocorrerá até 19 de junho de 2026, com as ações negociadas “ex-dividendos” a partir de 22 de abril de 2026.
    • Foi aprovada a fixação do número de 8 membros para o Conselho de Administração e a eleição dos novos membros, com mandato unificado até a assembleia de 2027.
    • Sete dos oito membros eleitos do Conselho de Administração foram caracterizados como independentes, conforme critérios do Novo Mercado da B3 e da Resolução CVM nº 80/22.
    • Foi aprovada a remuneração global anual da administração para o exercício de 2026 no montante total de até R$ 91.183.059,00.
  18. Outro20 abr 2026
    Abrir fonte ↗

    BRAVA ENERGIA anuncia pagamento de dividendos mínimos obrigatórios 2025

    A BRAVA ENERGIA comunica aos investidores e ao mercado a aprovação e o cronograma de pagamento de dividendos mínimos obrigatórios referentes ao exercício social de 2025, detalhando valores e regras de tributação.

    • A BRAVA ENERGIA aprovou o pagamento de dividendos mínimos obrigatórios referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2025.
    • O montante total de dividendos aprovado é de R$ 57.418.563,07, correspondendo a R$ 0,12360222942 por ação.
    • A data ex-dividendos é 22 de abril de 2026, com o pagamento previsto para 1º de maio de 2026, para acionistas registrados até 20 de abril de 2026.
    • Acionistas pessoas físicas residentes no Brasil com dividendos superiores a R$ 50.000,00 em um mês-calendário estarão sujeitos à retenção de 10% de Imposto de Renda na Fonte.
    • Acionistas não residentes terão retenção de 10% de Imposto de Renda na Fonte, independentemente do valor distribuído.
    • Os dividendos serão pagos conforme os dados bancários fornecidos ao escriturador (Itaú Corretora de Valores S.A.) ou através das instituições custodiantes.
  19. Fato Relevante15 abr 2026
    Abrir fonte ↗

    Brava Energia divulga Certificação de Reservas 2026

    A Brava Energia S.A. comunicou a divulgação dos Relatórios de Certificação de Reservas de seus ativos, com data-base em 31 de dezembro de 2025, evidenciando robustez e longa vida útil.

    • A Brava Energia S.A. divulgou os Relatórios de Certificação de Reservas dos ativos da Companhia (Certificação 2026), com data-base em 31 de dezembro de 2025.
    • A Certificação 2026 foi elaborada pelas consultorias independentes DeGolyer and MacNaughton e Gaffney, Cline & Associates.
    • Os ativos certificados incluem Onshore (Potiguar e Recôncavo) e Offshore (Atlanta, Papa-Terra, Parque das Conchas, Peroá, Manati e Ubarana), excluindo o campo de Pescada.
    • As reservas provadas (1P) totalizam 459 milhões de barris de óleo equivalente (boe), e as reservas provadas mais prováveis (2P) somam 611 milhões de boe.
    • A Certificação 2026 ratifica um perfil de vida útil de 18 anos para reservas 1P e 24 anos para reservas 2P.
    • O Valor Presente Líquido (VPL) estimado para as reservas é de US$ 7,2 bilhões para 1P e US$ 9,1 bilhões para 2P, calculado com taxa de desconto de 10% e desconsiderando imposto de renda.
    • As estimativas de VPL não incorporam o portfólio mid & downstream, que inclui atividades de logística, processamento, refino e venda de derivados na Bacia de Potiguar.
  20. Fato Relevante6 abr 2026
    Abrir fonte ↗

    BRAVA ENERGIA: Esclarecimentos sobre matéria veiculada na mídia

    A BRAVA ENERGIA S.A. publicou um Fato Relevante para esclarecer que não está em negociações com a Ecopetrol S.A. para aquisição de participação societária, refutando matéria na mídia.

    • A BRAVA ENERGIA S.A. emitiu um Fato Relevante para esclarecer matéria veiculada no portal Monitor do Mercado.
    • A Companhia informou que não se encontra em negociações com a Ecopetrol S.A. envolvendo a aquisição de participação societária.
    • A BRAVA reforçou seu compromisso em manter investidores e o mercado em geral devidamente informados, em conformidade com a legislação e práticas de mercado.
  21. Fato Relevante16 mar 2026
    Abrir fonte ↗

    Brava Energia encerra negociações de aquisição de participação em Tartaruga Verde e Espadarte

    A Brava Energia comunica o encerramento das negociações para adquirir 50% de participação nos campos de Tartaruga Verde e Espadarte (Módulo III), após a Petrobras exercer seu direito de preferência, resultando no reembolso à Brava sem impac

    • A Brava Energia S.A. comunica o encerramento das negociações para a aquisição de participação nos campos de Tartaruga Verde e Espadarte – Módulo III.
    • A Petróleo Brasileiro S.A. – Petrobras exerceu seu direito de preferência para adquirir 50% da participação detida pela PETRONAS Petróleo Brasil Ltda. nos referidos campos.
    • Os campos de Tartaruga Verde (Concessão BM-C-36) e o Módulo III do campo de Espadarte estão localizados na Bacia de Campos, Rio de Janeiro.
    • A Brava será reembolsada do valor pago no momento da assinatura do acordo, sem impacto econômico, sujeitas a correções contratuais.
    • A Companhia reitera seu foco na disciplina de alocação de capital e na geração de valor sustentável para os acionistas.
  22. Apresentação12 mar 2026
    Abrir fonte ↗

    BRAV3: Apresentação de Resultados do 4T25 e Ano de 2025

    A BRAV3 reportou seus resultados do quarto trimestre e ano de 2025, destacando recordes de produção, melhoria da eficiência operacional, redução de custos e forte desempenho financeiro.

    • A Companhia registrou produção recorde de 81 kboe/d em 2025, um aumento de 46% A/A, impulsionada pela estabilidade operacional em Atlanta e Papa-Terra.
    • O lifting cost offshore reduziu 17% A/A e o onshore diminuiu 7% A/A em 2025, resultando em um menor custo anual por barril.
    • A Companhia alcançou Receita Líquida de US$ 2.1 bilhões em 2025, um crescimento de 9% A/A, apesar da queda de 14% no preço médio do Brent.
    • O EBITDA Ajustado atingiu US$ 806 milhões em 2025, um aumento de 21% A/A, com a margem EBITDA Ajustada expandindo para aproximadamente 39%.
    • O Capex total diminuiu 45% em 2025 em comparação com 2024, com o Capex offshore caindo 58% A/A.
    • A desalavancagem foi rápida, com o índice dívida líquida/EBITDA reduzindo de 3,37x no 1T25 para 2,1x no 4T25, suportada por uma posição de caixa de US$ 1,09 bilhão.
    • A Companhia registrou Fluxo de Caixa Livre para o Acionista (FCFE) de US$ 37 milhões no 4T25 e reduziu o custo médio da dívida de 8,7% para 8,1% no ano.
    • A arbitragem envolvendo a participação da Nova Técnica Energy (NTE) no Campo de Papa-Terra continua, com impacto na mensuração dos saldos e nas obrigações da NTE.
    • A BRAV3 recebeu o OTC Distinguished Achievement Award for Companies, sendo a primeira empresa independente brasileira a implementar um sistema de produção em águas profundas.
    • Os próximos passos para 2026 incluem a estabilização da produção, a execução das campanhas de perfuração em Papa-Terra e Atlanta e a continuidade do processo de desalavancagem.
  23. Apresentação12 mar 2026
    Abrir fonte ↗

    BRAV3 | Apresentação de Resultados 4T25 e Ano Fiscal 2025

    A BRAV3 apresentou seus resultados operacionais e financeiros do quarto trimestre e ano fiscal de 2025, destacando produção recorde, redução de custos e avanço em projetos de desenvolvimento de ativos.

    • A Companhia registrou produção recorde de 81 kboe/d em 2025, um aumento de 46% em relação ao ano anterior, impulsionada pelo ramp-up de Atlanta e estabilização de Papa-Terra.
    • O custo de elevação (lifting cost) reduziu 15% ano a ano (excluindo custo de afretamento) para US$ 14.9/boe, com reduções de 17% no offshore e 7% no onshore.
    • A receita líquida (revenue) da BRAV3 cresceu 9% ano a ano em 2025, mesmo com uma queda de 14% no preço médio do Brent.
    • O EBITDA Ajustado atingiu US$ 806 milhões em 2025, um aumento de 21% ano a ano, expandindo a margem para aproximadamente 39%.
    • A Companhia reportou um Fluxo de Caixa Livre para o Acionista (FCFE) de US$ 37 milhões no 4T25, com Papa-Terra gerando caixa pelo terceiro trimestre consecutivo.
    • A relação dívida líquida/EBITDA ajustado diminuiu de 3.4x no 1T25 para 2.1x no final de 2025, e a posição de caixa e equivalentes era de US$ 1,09 bilhão.
    • O Capex total em 2025 teve uma redução de 45% em relação a 2024, com o Capex offshore caindo 57% e o onshore 24%.
    • A campanha de perfuração integrada para Papa-Terra e Atlanta está em andamento, com a chegada da sonda em Papa-Terra em março de 2026 e a primeira produção de novos poços esperada para o 4T26 em Papa-Terra e 2T27 em Atlanta.
    • A companhia foi premiada com o 'OTC Distinguished Achievement Award for Companies', sendo a primeira empresa brasileira independente a implementar um sistema de produção em águas profundas do projeto ao primeiro óleo.
    • Em relação à disputa de Papa-Terra com a NTE, a BRAV3 continua a registrar apenas os 62.5% de participação e aguarda as decisões do Tribunal Arbitral, que emitiu uma decisão provisória para a NTE pagar as despesas do consórcio.
    • A produção no Polo Potiguar foi temporariamente impactada por ajustes requeridos pela ANP, com reinício gradual esperado para o 1S26 após a retomada da capacidade de injeção de vapor.
  24. Apresentação12 mar 2026
    Abrir fonte ↗

    BRAV3: Apresentação de Resultados do 4T25 e do Ano de 2025

    A BRAV3 divulgou seus resultados do quarto trimestre e do ano de 2025, destacando recorde de produção, redução de custos, desalavancagem financeira e o status da arbitragem de Papa-Terra.

    • A produção da Companhia atingiu um recorde de 81 kboe/d em 2025, representando um aumento de 46% em relação ao ano anterior, impulsionada por Atlanta e Papa-Terra.
    • A receita líquida de 2025 cresceu 9% ano a ano, e o EBITDA Ajustado aumentou 21%, alcançando US$ 806 milhões, com expansão da margem para aproximadamente 39%.
    • O lifting cost anual geral foi o menor registrado, com reduções de 17% no offshore e 7% no onshore em 2025, impulsionado por crescimento da produção, eficiência operacional e disciplina de custos.
    • O Capex total em 2025 diminuiu 45% em comparação com 2024, refletindo a conclusão da Fase 1 de Atlanta e otimização das operações onshore.
    • A Companhia alcançou uma rápida desalavancagem, com o índice dívida líquida / EBITDA caindo de 3,37x no 1T25 para 2,1x no 4T25, mantendo uma posição de caixa robusta de US$ 1,09 bilhão.
    • O FCFE (Fluxo de Caixa Livre para Acionistas) foi de US$ 37 milhões no 4T25, com Papa-Terra gerando caixa pelo terceiro trimestre consecutivo.
    • A arbitragem referente à participação da NTE no Campo de Papa-Terra está em andamento, com uma decisão provisória exigindo que a NTE pague as despesas do consórcio, sob pena de penalidades contratuais.
    • A Companhia planeja campanhas de perfuração em Papa-Terra (Mar/26-Set/26) e Atlanta (Out/26-Mar/27), com primeiro óleo esperado para o 4T26 em Papa-Terra e 2T27 em Atlanta.
    • No onshore, a auditoria da ANP em Potiguar foi concluída, e a retomada gradual da produção é esperada no 1S26 após implementação de ajustes operacionais.
  25. Relatório Anual11 mar 2026
    Abrir fonte ↗

    Brava Energia: Resultados do 4T25 e Ano de 2025

    A Brava Energia divulga seus resultados referentes ao quarto trimestre e ao exercício de 2025, destacando recordes operacionais, evolução financeira e fortalecimento da estrutura de capital.

    • A produção média anual recorde foi de 81,3 mil boe/d em 2025, um aumento de 46% A/A, com recordes de eficiência operacional em Atlanta e Papa-Terra.
    • A Receita Líquida da Companhia alcançou R$ 11,6 bilhões (US$ 2,1 bilhões) em 2025, representando um incremento de 15% A/A.
    • O EBITDA Ajustado atingiu R$ 4,5 bilhões ou US$ 806 milhões em 2025, um crescimento de 29% A/A, com margem de 38,8%.
    • O índice de alavancagem da Companhia foi reduzido para 2,16x no fim de 2025, comparado a 3,37x no 1T25.
    • O Lifting cost médio da Companhia atingiu seu menor patamar histórico de US$ 14,9/boe em 2025, uma redução de 15% A/A.
    • No âmbito estratégico, houve evolução na arbitragem do Campo de Papa-Terra, autorizando a Companhia a prosseguir com a cessão da participação de 37,5% da NTE.
    • A governança foi reforçada com a eleição de novos Chairman, CEO e CFO/IRO, e a Companhia publicou seu primeiro Relato Integrado e registrou o programa de ADR Nível 1 na SEC.
    • A Companhia gerou US$ 37 milhões em caixa livre no 4T25 e reduziu a dívida líquida consolidada em 15% (em dólar) de 2024 para 2025.
    • O lucro líquido consolidado foi de R$ 1.411 milhões (US$ 240 milhões) em 2025, embora o 4T25 tenha registrado prejuízo líquido de R$ 588 milhões.
    • O auditor independente emitiu uma opinião com ressalva devido à não reclassificação de dívidas do passivo não circulante para o circulante em 31 de dezembro de 2024, conforme as práticas contábeis.
    • A Companhia contribuiu com R$ 2,4 bilhões em impostos e royalties em 2025 e investiu R$ 10,4 milhões em iniciativas sociais.
  26. Release11 mar 2026
    Abrir fonte ↗

    Brava Energia: Resultados do 4T25 e Ano Fiscal de 2025

    Brava Energia apresentou um forte desempenho operacional e financeiro em 2025, com produção recorde, expansão de receitas e EBITDA, e significativa redução da alavancagem.

    • A produção média anual atingiu um recorde de 81,3 mil boe/d em 2025, representando um aumento de 46% em relação ao ano anterior.
    • A Companhia gerou US$ 37 milhões em fluxo de caixa livre no 4T25 e reduziu sua alavancagem para 2,16x no final de 2025.
    • A receita líquida anual cresceu 15% para R$ 11,6 bilhões (US$ 2,1 bilhões) em 2025.
    • O EBITDA Ajustado totalizou R$ 4,5 bilhões (US$ 806 milhões) em 2025, com uma margem de 38,8%.
    • O custo de lifting consolidado de US$ 14,9/boe em 2025 foi o menor nível histórico da Companhia.
    • Progresso na arbitragem do Campo de Papa-Terra autorizou a transferência da participação de 37,5% detida por um parceiro.
    • Novos executivos, incluindo CEO e CFO/IRO, foram eleitos, e o programa de ADR Nível 1 foi registrado na SEC.
    • O lucro líquido consolidado de 2025 foi de R$ 1.411 milhões (US$ 240 milhões), apesar de um prejuízo líquido no 4T25 de R$ 588 milhões.
    • O investimento total (capex) em 2025 foi de R$ 2.829 milhões (US$ 504 milhões), em linha com o plano.
    • A Brava Energia publicou seu 1º Relatório Integrado e reforçou seu compromisso com as práticas ESG, reduzindo a intensidade de emissões.
    • A Companhia contribuiu com R$ 2,4 bilhões em impostos e royalties e investiu R$ 10,4 milhões em iniciativas sociais em 2025.
    • Agências de rating Fitch e S&P Global reafirmaram suas avaliações de crédito com perspectivas Estável e Positiva, respectivamente.
  27. Release11 mar 2026
    Abrir fonte ↗

    Resultados 4T25 e Ano de 2025 da Brava Energia

    A Brava Energia divulgou seus resultados do quarto trimestre e do exercício completo de 2025, destacando recordes de produção, melhoria em métricas financeiras e avanço em iniciativas estratégicas.

    • A Companhia registrou produção média anual recorde de 81,3 mil boe/d em 2025, um aumento de 46% A/A.
    • A alavancagem da Companhia reduziu para 2,16x no final de 2025, representando a terceira redução trimestral consecutiva.
    • A revenue líquida anual atingiu R$ 11,6 bilhões (US$ 2,1 bilhões) em 2025, um incremento de 15% A/A.
    • O EBITDA Ajustado de 2025 foi de R$ 4,5 bilhões (US$ 806 milhões), com uma margem de 38,8%.
    • O lifting cost médio da Companhia atingiu US$ 14,9/boe em 2025, o menor patamar histórico.
    • A Companhia gerou R$ 205 milhões (US$ 37 milhões) em caixa livre no 4T25 e obteve net_income consolidado de R$ 1.411 milhões (US$ 240 milhões) em 2025.
    • Houve avanço na arbitragem do Campo de Papa-Terra, autorizando a Companhia a prosseguir com a cessão da participação de 37,5% do parceiro.
    • A Brava publicou seu primeiro Relato Integrado e registrou o programa de ADR Nível 1 na SEC.
    • O Capex total em 2025 foi de R$ 2.829 milhões (US$ 504 milhões), com seis trimestres consecutivos de redução nos investimentos.
  28. Release11 mar 2026
    Abrir fonte ↗

    Brava Energia divulga resultados do 4T25 e ano de 2025

    A Brava Energia divulga seus resultados do quarto trimestre e exercício de 2025, destacando recordes de produção, fortalecimento da estrutura de capital e evolução operacional e estratégica.

    • A produção média anual recorde atingiu 81,3 mil boe/d em 2025, um aumento de 46% A/A.
    • A Companhia registrou geração de caixa livre de US$ 37 milhões no 4T25.
    • O índice de alavancagem reduziu para 2,16x no fim de 2025, de 3,37x no 1T25.
    • A revenue anual atingiu R$ 11,6 bilhões (US$ 2,1 bilhões) em 2025, um incremento de 15% A/A.
    • O EBITDA Ajustado foi de R$ 4,5 bilhões (US$ 806 milhões) em 2025 (+29% A/A), com margem de 38,8%.
    • O Lifting cost médio ponderado da Companhia atingiu US$ 14,9/boe em 2025, uma redução de 15% A/A.
    • O net_income consolidado foi de R$ 1.411 milhões (US$ 240 milhões) em 2025.
    • A Companhia foi autorizada a prosseguir com a cessão de 37,5% da participação do parceiro no Consórcio do Campo de Papa-Terra em fevereiro de 2026.
    • A Brava publicou seu primeiro Relato Integrado e registrou o programa de ADR Nível 1 na SEC.
    • O Capex somou R$ 569 milhões (US$ 105 milhões) no 4T25, representando uma redução de 7% T/T em dólar.
  29. Fato Relevante18 fev 2026
    Abrir fonte ↗

    Atualização sobre arbitragem do Consórcio Papa-Terra - Brava Energia

    Brava Energia informou que 3R Offshore foi autorizada a prosseguir com a cessão da participação da Nova Técnica no Consórcio Papa-Terra, com condições de não alienação a terceiros e reversibilidade.

    • Em 15 de fevereiro de 2026, foi proferida ordem procedimental em arbitragem entre Nova Técnica Energy Ltda. (NTE) e 3R Petroleum Offshore S.A. (subsidiária da Brava).
    • A ordem autoriza a 3R Offshore a prosseguir com os atos necessários para a conclusão da cessão da participação de 37,5% da NTE no Consórcio do Campo de Papa-Terra.
    • A autorização inclui a transferência da participação perante a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e demais órgãos governamentais.
    • A autorização está sujeita a duas condições: proibição de alienação da participação a terceiros pela 3R Offshore e reversibilidade da cessão até a decisão final do Tribunal Arbitral sobre o mérito da disputa.
  30. Outro27 jan 2026
    Abrir fonte ↗

    Fitch revisa perspectiva da Brava para Positiva; Afirma IDRs

    A agência Fitch revisou a perspectiva de Brava para Positiva e afirmou seus Ratings de Inadimplência do Emissor (IDRs).

    • A agência de classificação de risco Fitch revisou a perspectiva de crédito da empresa Brava.
    • A perspectiva de Brava foi alterada para Positiva.
    • Os Ratings de Inadimplência do Emissor (IDRs) de Brava foram afirmados pela Fitch.
  31. Outro27 jan 2026
    Abrir fonte ↗

    Brava Energia S.A. Outlook Revised To Stable From Positive; 'B+' Rating Affirmed

    S&P Global Ratings revisou a perspectiva da Brava Energia S.A. para estável, de positiva, e afirmou o rating de crédito 'B+' devido à expectativa de deleveraging mais lento em 2026.

    • S&P Global Ratings revisou a perspectiva da Brava Energia S.A. para estável, de positiva, mantendo o rating de crédito de emissor 'B+'.
    • A revisão da perspectiva reflete a expectativa de um deleveraging mais lento em 2026, impulsionado por crescimento de produção abaixo do esperado, preços do petróleo Brent mais baixos e uma taxa de câmbio menos favorável.
    • A previsão de S&P aponta para uma relação dívida/EBITDA próxima de 4.0x em 2026, com queda abaixo de 2.5x somente em 2027.
    • A aquisição de 50% de participação em Tartaruga Verde e Espadarte – Módulo III pela Brava Energia é vista como positiva para diversificação e aumento de produção, mas com impacto neutro no leverage ajustado devido a obrigações de arrendamen
    • A produção média de 2025 foi de 81.300 boe/d, aquém das projeções, com previsão de 87.000 boe/d para 2026 e 100.000 boe/d em 2027.
    • O EBITDA projetado pela S&P para 2026 é de R$4.9 bilhões, uma redução significativa em relação à estimativa anterior de R$6.1 bilhões.
    • A Brava Energia opera um portfólio diversificado de campos de petróleo e gás onshore e offshore, com reservas 2P de 605 milhões de boe, sendo 92% petróleo.
    • A empresa mantém liquidez adequada, com posição de caixa de R$5.4 bilhões em setembro de 2025 e R$3.2 bilhões em FFO esperados nos próximos 12 meses.
    • Após receber um waiver em 2025, a empresa espera cumprir os covenants de endividamento futuros, que agora são medidos em dólares americanos.
  32. Fato Relevante16 jan 2026
    Abrir fonte ↗

    BRAVA Energia adquire 50% dos campos de Tartaruga Verde e Espadarte da PETRONAS

    A BRAVA ENERGIA S.A. comunica a celebração de contrato para aquisição de 50% de participação nos campos de Tartaruga Verde e Módulo III de Espadarte da PETRONAS Petróleo Brasil Ltda. por US$ 450 milhões.

    • BRAVA ENERGIA S.A. celebrou contrato para adquirir a participação de 50% detida pela PETRONAS Petróleo Brasil Ltda. nos campos de Tartaruga Verde (Concessão BM-C-36) e no Módulo III do campo de Espadarte.
    • A transação tem valor total de US$ 450 milhões, sendo US$ 50 milhões pagos na assinatura, US$ 350 milhões no fechamento (sujeito a ajustes) e duas parcelas diferidas de US$ 25 milhões cada.
    • A conclusão da transação está sujeita a condições precedentes usuais, como aprovações do CADE e ANP, com expectativa de fechamento em 2026.
    • A aquisição alinha-se à estratégia da Brava de contínua revisão de portfólio, busca por retorno ajustado a riscos, diversificação de ativos e eficiência na alocação de capital.
    • Os ativos, localizados na Bacia de Campos e operados pela Petrobras, registraram em 2025 uma produção média de aproximadamente 55,6 mil barris de óleo equivalente por dia (100% do ativo) e as concessões têm vigência até 2039.
  33. Outro15 jan 2026
    Abrir fonte ↗

    Aviso aos Acionistas sobre a Assembleia Geral Ordinária de 2026 da Brava Energia

    A Brava Energia informou sobre a previsão da Assembleia Geral Ordinária de 2026 para 20 de abril, conforme calendário de eventos corporativos.

    • A Brava Energia (BRAV3) emitiu um Aviso aos Acionistas conforme a Resolução CVM Nº 81.
    • A Assembleia Geral Ordinária (AGO) de 2026 da Companhia está prevista para 20 de abril de 2026.
    • A data informada está em conformidade com o Calendário de Eventos Corporativos de 2026 da Companhia.
    • A Brava Energia reforça seu compromisso de manter investidores e mercado informados, seguindo práticas de governança corporativa.
  34. Fato Relevante12 jan 2026
    Abrir fonte ↗

    BRAVA ENERGIA: Renúncia e Sucessão de Diretor Presidente e Presidente do Conselho

    BRAVA ENERGIA comunica a renúncia do Diretor Presidente Décio Oddone, a eleição de Richard Kovacs para o cargo e a eleição de Alexandre Cruz para Presidente do Conselho de Administração.

    • O Conselho de Administração recebeu a renúncia de Décio Oddone ao cargo de Diretor Presidente, permanecendo até 31 de janeiro de 2026 para transição.
    • Richard Kovacs foi eleito Diretor Presidente, com posse em 1º de fevereiro de 2026, para dar continuidade à estratégia de longo prazo da Companhia.
    • Em razão de sua eleição para a Diretoria Executiva, Richard Kovacs renunciou ao cargo de Presidente do Conselho de Administração, mas permanece como membro.
    • Alexandre Cruz foi eleito Presidente do Conselho de Administração, com posse em 12 de janeiro de 2026, substituindo Richard Kovacs.
    • A Companhia agradece Décio Oddone pelo papel na formação e consolidação da BRAVA, liderança do projeto Atlanta e recuperação da produção em Papa-Terra.
  35. Fato Relevante16 dez 2025
    Abrir fonte ↗

    Brava Energia esclarece notícia sobre alienação de ativos e bloco de controle

    A Brava Energia S.A. emitiu um Fato Relevante para esclarecer notícias veiculadas na mídia sobre a possível alienação de ativos de E&P e a formação de bloco de controle.

    • A Brava Energia S.A. não tem tratativas em curso com a Eneva S.A. para a alienação de ativos de E&P.
    • A composição de portfólio e alocação de capital são partes permanentes da análise estratégica da Brava.
    • A Companhia não tem conhecimento de possíveis interessados em adquirir ações de sua emissão com o objetivo de formação de bloco de controle.
    • A Brava reforça o compromisso de manter seus investidores e o mercado em geral devidamente informados.
  36. Fato Relevante17 nov 2025
    Abrir fonte ↗

    Eleição de Diretor Financeiro e de Relações com Investidores

    A Brava Energia S.A. comunicou a eleição de Luiz Carvalho como Diretor Financeiro e de Relações com Investidores, com posse prevista para 24 de novembro de 2025.

    • A Brava Energia S.A. informou a eleição do Sr. Luiz Carvalho para o cargo de Diretor Financeiro e de Relações com Investidores.
    • A eleição foi confirmada em reunião do Conselho de Administração realizada em 14 de novembro de 2025.
    • A posse do Sr. Luiz Carvalho está programada para 24 de novembro de 2025.
    • O comunicado segue a Resolução CVM Nº 44 e fatos relevantes anteriores de 21 e 23 de outubro de 2025.
  37. Apresentação6 nov 2025
    Abrir fonte ↗

    BRAV3: Apresentação de Resultados do 3T25 - Recorde de Produção e Desalavancagem

    A Brava Energia apresentou resultados recordes de produção e um robusto fluxo de caixa livre no 3T25, impulsionando a desalavancagem da companhia.

    • A Brava Energia atingiu produção recorde de 92 kboe/d no 3T25, um aumento de 7% QoQ, com recordes nos segmentos onshore e offshore, incluindo Atlanta, Potiguar e Recôncavo.
    • A empresa registrou um EBITDA Ajustado de US$ 238 milhões, com margem de 42,5%, e um Fluxo de Caixa Livre (FCF) robusto de US$ 96 milhões.
    • O custo de elevação (lifting cost) diminuiu 12% QoQ (excluindo custos de afretamento), contribuindo para a redução da dívida líquida/EBITDA LTM para 2.3x (2.2x em BRL) em 3T25.
    • A Companhia concluiu a Fase 1 do FPSO Atlanta, com a Fase 2 em andamento, e reduziu o Capex onshore em 34% QoQ.
    • A gestão de passivos resultou na redução do custo médio da dívida de aproximadamente 8.7% para 8.1% USD.
    • A Brava Energia continua a disputar a participação de 37.5% da Nova Técnica Energy (NTE) no Campo de Papa-Terra, refletindo apenas 62.5% em suas demonstrações financeiras desde 30 de setembro de 2024, com um saldo devedor de NTE de R$ 425.7
    • A Companhia implementa uma estratégia de hedge para previsibilidade do fluxo de caixa e proteção contra a volatilidade do preço do petróleo nos próximos 18 meses.
    • Os próximos passos incluem foco na geração de FCF, desalavancagem, conclusão de negociações para individualização de campos e otimização da produção.
  38. Release5 nov 2025
    Abrir fonte ↗

    Brava Energia: Resultados do Terceiro Trimestre de 2025 (3T25)

    A Brava Energia divulgou seus resultados do 3T25, destacando recordes operacionais de produção, melhora em métricas financeiras e avanço estratégico após a combinação de negócios.

    • A Companhia registrou novo recorde de produção trimestral, atingindo 91,8 kboe/d no 3T25, um aumento de 6,9% em relação ao trimestre anterior.
    • A revenue líquida recorde foi de US$ 561 milhões (+1,2% T/T) e o EBITDA Ajustado recorde de US$ 239 milhões, com uma margem de 42,3%.
    • O lifting cost médio ponderado da Companhia alcançou o menor nível histórico de US$ 13,3/boe, uma redução de 11,5% T/T.
    • A alavancagem reduziu para 2,3x em dólar no 3T25 (vs. 3,1x no 2T25), impulsionada pela geração de fluxo de caixa livre pelo terceiro trimestre consecutivo.
    • A Companhia concluiu a reorganização corporativa, otimizou a estrutura de capital e realizou a venda de 50% da infraestrutura de midstream de gás no RN por US$ 56 milhões.
    • O net_income consolidado foi de R$ 120,7 milhões (US$ 22,2 milhões), com um net_income ajustado de R$ 681,3 milhões (US$ 125,0 milhões) desconsiderando uma despesa financeira pontual.
    • Os investimentos (Capex) somaram R$ 616,2 milhões (US$ 113,1 milhões), atingindo o menor nível de capex por produção.
    • A Brava Energia reafirmou seu compromisso com ESG, obtendo asseguração externa do Inventário de Emissões de GEE e publicando o primeiro relatório CDP.
    • Os ratings da Companhia foram reafirmados pela Fitch (AA-, perspectiva estável) e S&P (brAA-, perspectiva positiva).
  39. ITR5 nov 2025
    Abrir fonte ↗

    Brava Energia: Resultados do 3T25 com recordes operacionais e financeiros

    A Brava Energia reportou seus resultados do terceiro trimestre de 2025, destacando produção recorde, melhoria das métricas financeiras e avanço em iniciativas estratégicas e de ESG.

    • A Companhia atingiu produção recorde de 91,8 mil boe/d no 3T25, um aumento de 6,9% T/T, impulsionado por ganhos de eficiência em Atlanta, Recôncavo e Potiguar.
    • A Brava Energia registrou receita líquida consolidada de US$ 561 milhões e EBITDA Ajustado recorde de US$ 239 milhões, com margem de 42,3% no 3T25.
    • O custo de elevação (lifting cost) médio ponderado da Companhia alcançou o menor nível histórico de US$ 13,3/boe, uma redução de 11,5% T/T.
    • A alavancagem líquida em dólares foi reduzida para 2,3x no 3T25, frente a 3,1x no 2T25, reflexo da forte geração de caixa.
    • A Companhia gerou fluxo de caixa livre pelo terceiro trimestre consecutivo, com fluxo de caixa operacional de US$ 251 milhões no 3T25.
    • Concluiu a venda de 50% do negócio de midstream de gás no Rio Grande do Norte por US$ 56 milhões, otimizando a estrutura de portfólio.
    • As ações de ESG incluíram a conclusão da verificação externa do Inventário de Emissões de GEE e a publicação do primeiro relatório ao Carbon Disclosure Project (CDP).
    • A Brava Energia obteve a reafirmação de seu rating de crédito em AA- (nacional, longo prazo) pela Fitch e brAA- (nacional, perspectiva positiva) pela S&P.
  40. Apresentação28 out 2025
    Abrir fonte ↗

    Apresentação Institucional Brava - Outubro 2025

    Apresentação institucional da Brava em outubro de 2025 detalhando marcos operacionais, resultados financeiros do segundo trimestre de 2025, e planos futuros de otimização e desalavancagem.

    • A Fase 1 de Atlanta foi concluída no prazo e dentro do orçamento, com a revitalização do campo de Papa-Terra e produção recorde no 3T25.
    • Houve redução do lifting cost, otimização de Capex e diminuição de 500bps no custo da dívida.
    • A posição de caixa foi de US$ 933 milhões e o FCF de US$ 146 milhões no 2T25, com EBITDA Ajustado de R$ 1,3 bilhão (+24% T/T).
    • A produção média atingiu 86 kboe/d no 2T25 e 92 kboe/d no 3T25, impulsionada pela conexão de dois poços em Atlanta em julho.
    • A Brava se consolidou como a maior e mais integrada operadora privada onshore do Brasil, com infraestrutura própria e verticalizada.
    • A otimização de custos incluiu a redução do número de sondas onshore e o avanço em projetos de expansão da injeção de vapor.
    • A aceleração da produção offshore, com Atlanta e Papa-Terra, contribuiu para aproximadamente 50% das receitas totais no 2T25.
    • O custo médio das dívidas foi reduzido de ~8.7% para ~8.2%, e houve monetização de recebíveis do FPSO Atlanta de US$ 260 milhões.
    • Os próximos passos incluem foco na geração de caixa livre, desalavancagem, revisão de contratos, início da campanha de perfuração offshore em Papa-Terra e Atlanta, e projetos piloto de EOR.
  41. Apresentação28 out 2025
    Abrir fonte ↗

    Brava: Apresentação Institucional - Outubro 2025

    Apresentação detalha os resultados operacionais e financeiros da Brava no 2T25 e 3T25, destacando produção recorde, eficiências de custo e avanços em projetos como Atlanta.

    • A Brava atingiu produção recorde de 92 kboe/d no 3T25, representando um aumento de 7% em relação ao 2T25, que também havia sido recorde.
    • A receita líquida no 2T25 foi de R$ 3.1 bilhões (+9.3% QoQ) e o Adjusted EBITDA de R$ 1.3 bilhão (+24% QoQ), com uma margem de 42.3%.
    • A posição de caixa no 2T25 era de US$ 933 milhões, com um fluxo de caixa livre (FCF) de US$ 146 milhões.
    • O custo de elevação (lifting cost) foi de US$ 15.0/boe no 2T25, uma redução de 13% em relação ao trimestre anterior.
    • A dívida líquida/Adjusted EBITDA (LTM) encerrou o 2T25 em 3.1x, com uma perspectiva de 2.1x anualizando os resultados do trimestre.
    • Houve a monetização do crédito do FPSO Atlanta em US$ 260 milhões e uma redução do custo médio da dívida de 8.7% para 8.2%.
    • A Fase 1 do Projeto Atlanta foi concluída dentro do prazo e orçamento, com seis poços em operação, e uma campanha de perfuração para dois novos poços está prevista para o 1T27.
    • A Brava possui reservas 1P de 605 MMboe (participação da Brava, excluindo BC-10).
    • A companhia é o maior e mais integrado operador privado onshore no Brasil, com infraestrutura própria verticalizada na Bacia Potiguar.
    • As operações onshore focam na otimização de custos e eficiência, com redução do número de plataformas de 24 para 9 até o final do 2T25 e projetos de injeção de vapor em expansão.
    • Para o segundo semestre de 2025, os planos incluem foco na geração de fluxo de caixa livre, desalavancagem e exploração de sinergias.
  42. Fato Relevante23 out 2025
    Abrir fonte ↗

    Eleição de Diretor Financeiro e de Relações com Investidores - Brava Energia

    A Brava Energia S.A. comunica a eleição de Luiz Carvalho para o cargo de Diretor Financeiro e de Relações com Investidores, com posse prevista para novembro de 2025.

    • A Brava Energia S.A. informou a eleição do Sr. Luiz Carvalho como Diretor Financeiro e de Relações com Investidores.
    • A decisão foi aprovada em reunião do Conselho de Administração realizada em 22 de outubro de 2025.
    • A posse do Sr. Luiz Carvalho está prevista para ocorrer durante o mês de novembro de 2025, após trâmites operacionais.
    • Luiz Carvalho é engenheiro de produção, com cursos executivos em Harvard e Wharton.
    • Ele liderou a cobertura de Petróleo, Gás e Petroquímicos na América Latina por 13 anos, com passagens por BTG Pactual, UBS e HSBC.
    • Foi reconhecido como analista nº 1 de Petróleo e Gás pela Institutional Investor no Brasil e América Latina por vários anos.
    • Possui experiência anterior na indústria de energia, atuando na Shell e Transocean nas áreas de distribuição de combustíveis e exploração e produção.
  43. Fato Relevante21 out 2025
    Abrir fonte ↗

    Reestruturação Organizacional da Diretoria Estatutária e Mudança na DIRI

    A Brava Energia S.A. comunica a reestruturação de sua diretoria estatutária, incluindo a redução de um cargo, a consolidação de áreas e a renúncia de dois diretores, com o CEO assumindo interinamente funções.

    • O Conselho de Administração da Brava Energia aprovou ajustes na estrutura organizacional, visando otimizar processos e fortalecer a governança corporativa.
    • A reestruturação implica na otimização da Diretoria Estatutária com a redução de um cargo de Diretor.
    • As áreas de Finanças, Relações com Investidores e Trading e Comercialização serão consolidadas sob a Diretoria Financeira e de Relações com Investidores.
    • Rodrigo Pizarro e Pedro Medeiros renunciaram aos cargos de Diretor Financeiro e de Relações com Investidores e de Diretor de Novos Negócios, Trading e Downstream, respectivamente.
    • Décio Oddone, Diretor Presidente, assumirá interinamente as funções da Diretoria Financeira e de Relações com Investidores e de forma definitiva a área de Novos Negócios.
    • Um novo CFO será anunciado após a conclusão do processo de contratação.
    • A área de operações Downstream será integrada ao Onshore e passará a ser liderada por Jorge Boeri, Diretor de Operações Onshore.
  44. Fato Relevante13 out 2025
    Abrir fonte ↗

    Conclusão de Auditoria da ANP e Interdição Parcial na Bacia Potiguar

    A BRAVA ENERGIA S.A. comunica a conclusão da auditoria da ANP na Bacia Potiguar, resultando na interdição temporária de instalações com impacto estimado de 3.500 boe/d na produção de outubro de 2025.

    • A auditoria da Agência Nacional do Petróleo (ANP) na Bacia Potiguar foi concluída em 10 de outubro de 2025.
    • A ANP determinou a interdição temporária de instalações que já estavam paralisadas para adequações.
    • O impacto da interdição é estimado em 3.500 barris de óleo equivalente por dia (boe/d) na média de outubro de 2025.
    • Esse impacto representa 3,8% da produção média total registrada no terceiro trimestre de 2025.
    • A produção média total dos últimos 30 dias está acima de 90 mil barris por dia, já incorporando parte do impacto da interdição.
    • O investimento para as adequações necessárias está previsto no ciclo orçamentário de 2025/2026.
    • A Companhia espera concluir os trabalhos de adequação e retomar gradualmente as operações no quarto trimestre de 2025.
  45. Fato Relevante9 out 2025
    Abrir fonte ↗

    Auditoria da ANP na Bacia Potiguar e impacto na produção da Brava Energia

    A Brava Energia S.A. comunica que uma auditoria programada pela ANP está em curso em suas instalações na Bacia Potiguar, resultando na interrupção da produção em parte das unidades para adequações.

    • Uma auditoria da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) está em andamento nas instalações da Brava Energia S.A. na Bacia Potiguar desde 29 de setembro.
    • A auditoria está programada para ser concluída em 10 de outubro de 2025.
    • A produção em parte das unidades da Bacia Potiguar foi interrompida para a realização de adequações no contexto da auditoria.
    • Detalhes sobre os impactos na produção serão divulgados após a conclusão do processo de auditoria.
    • A Companhia reitera seu compromisso com o atendimento às exigências legais e regulatórias, e com a segurança e eficiência da produção.
  46. Fato Relevante30 set 2025
    Abrir fonte ↗

    BRAVA ENERGIA: Closing da venda de 50% da infraestrutura de gás no RN para PetroReconcavo

    A Brava Energia S.A. comunicou o closing da transação de venda de 50% da sua infraestrutura de midstream de gás na Bacia Potiguar, no Rio Grande do Norte, à PetroReconcavo S.A.

    • A Brava Energia S.A. concluiu a transação de venda de 50% da infraestrutura de midstream de gás na Bacia Potiguar, no Rio Grande do Norte, para a PetroReconcavo S.A.
    • A PetroReconcavo realizou um pagamento de R$ 168,8 milhões, somando-se a R$ 127,9 milhões já pagos em parcelas anteriores.
    • Os 15% restantes do valor total da transação serão liquidados fracionadamente, conforme as etapas do processo de transferência imobiliária.
    • A Brava Energia permanecerá como operadora dos ativos, com a operação sendo regulada por um Joint Operating Agreement (JOA) e um Comitê Operacional para diretrizes orçamentárias e de eficiência.
    • A transação visa aprimorar a eficiência, maximizar a utilização dos ativos de infraestrutura e reduzir custos operacionais da operação local.
  47. Fato Relevante30 set 2025
    Abrir fonte ↗

    BRAVA ENERGIA: Closing da Venda de Infraestrutura Midstream à PetroReconcavo

    A BRAVA ENERGIA comunica o closing da transação de venda de 50% de sua infraestrutura midstream de gás na Bacia Potiguar à PetroReconcavo, com pagamentos já realizados.

    • A BRAVA ENERGIA concluiu o closing da transação de venda de 50% de sua infraestrutura de midstream de gás na Bacia Potiguar, Rio Grande do Norte, à PetroReconcavo S.A.
    • A PetroReconcavo efetuou pagamentos totalizando R$ 296,7 milhões (R$ 168,8 milhões hoje + R$ 127,9 milhões em parcelas anteriores), correspondendo a 85% do valor total da transação.
    • Os 15% restantes do valor serão liquidados de forma fracionada, conforme as etapas do processo de transferência imobiliária.
    • A Brava permanecerá como operadora dos ativos, com a operação regulada por um Joint Operating Agreement (JOA) e um Comitê Operacional.
    • A transação visa aprimorar a eficiência, maximizar a utilização dos ativos de infraestrutura e reduzir os custos operacionais da operação local.
  48. Apresentação30 set 2025
    Abrir fonte ↗

    BRAV3: Apresentação de Resultados do 3T25

    A BRAV3 reportou recordes de produção e EBITDA ajustado no 3T25, com desalavancagem em curso e otimização de custos, em meio a uma disputa legal sobre a participação no Campo de Papa-Terra e uma auditoria da ANP em Potiguar.

    • A Companhia concluiu a aquisição de 15% de participação adicional na 3R Offshore em 1º de agosto de 2024, passando a deter 100% da empresa.
    • Há um processo de arbitragem em andamento com a Nova Técnica Energy (NTE) referente à cessão compulsória de 37,5% de participação no Campo de Papa-Terra, que resultou em uma decisão provisória exigindo que a NTE pague as despesas do consórc
    • A produção total da companhia atingiu um recorde de 92 kboe/d no 3T25, representando um aumento de 7% T/T, com recordes nos segmentos onshore e offshore.
    • A receita líquida no 3T25 foi de US$ 561 milhões, e o EBITDA ajustado atingiu um recorde de US$ 238 milhões, com margem de 42,5%.
    • O lifting cost médio da companhia diminuiu 12% T/T, atingindo US$ 13,3/boe no 3T25, com o segmento offshore em US$ 11,0/boe.
    • O Capex total foi reduzido em 19% T/T, impulsionado por uma redução de 34% T/T no onshore e a conclusão da Fase 1 do projeto Atlanta.
    • A Companhia apresentou uma dívida líquida/EBITDA de 2,3x LTM (2,2x em R$) no 3T25, com US$ 1.085 milhões em caixa e equivalentes, indicando desalavancagem.
    • A estratégia de hedge cobre 4,74 milhões de barris com preço médio de Brent de US$ 66,7/barril via NDF e 9,7 milhões de barris com faixa entre US$ 61,3 e US$ 74,9/barril via Collar.
    • Os próximos passos incluem o foco na geração de fluxo de caixa livre, a conclusão de ajustes no sistema de produção de Atlanta, paradas programadas em Papa-Terra e Parque das Conchas, e o início da campanha de perfuração offshore.
  49. Outro23 set 2025
    Abrir fonte ↗

    Aumento de Capital por Exercício de Opções de Compra de Ações - Brava Energia

    A Brava Energia comunica o aumento de capital social resultante do exercício de opções de compra de ações, conforme deliberação do Conselho de Administração.

    • O Conselho de Administração da Brava Energia aprovou o aumento do capital social da Companhia, dentro do limite do capital autorizado.
    • O aumento de capital se deu em razão do exercício de opções de compra de ações no âmbito do plano de opção de compra de ações.
    • O plano de opção de compra de ações foi aprovado pelos acionistas em Assembleia Geral Extraordinária em 31 de agosto de 2020 e aditado em 26 de abril de 2021.
    • O montante total do aumento de capital foi de R$ 5.824.444,50.
    • O capital social da Companhia passou de R$ 11.971.692.645,03 para R$ 11.977.517.089,53.
    • Foram emitidas 369.806 novas ações ordinárias, nominativas, escriturais e sem valor nominal.
    • O preço de emissão das novas ações foi de R$ 15,75, de acordo com os termos do Plano.
    • A diluição potencial resultante da emissão é de 0,07961% do total de ações emitidas pela Companhia.
  50. Fato Relevante18 set 2025
    Abrir fonte ↗

    Aprovação de Programa Patrocinado de ADR Nível 1 pela Brava Energia

    A Brava Energia S.A. comunicou a aprovação pelo Conselho de Administração de um programa de American Depositary Receipts (ADR) Nível 1 patrocinado pelo JPMorgan Chase Bank, N.A.

    • O Conselho de Administração da Brava Energia aprovou a implementação de um programa de ADR Nível 1.
    • O JPMorgan Chase Bank, N.A. atuará como instituição custodiante do programa de ADR.
    • O programa será lastreado em ações ordinárias da Brava Energia, com negociação no mercado de balcão (OTC).
    • Os objetivos do programa incluem fomentar a liquidez do papel e aumentar a exposição da Companhia a outros mercados.
    • A iniciativa visa estabelecer um canal direto para investidores globais através do mercado de capitais americano, após ser declarado efetivo pela SEC.
  51. Apresentação3 set 2025
    Abrir fonte ↗

    Brava: Apresentação Institucional - Resultados e Operações 2T25

    Apresentação institucional detalhando os resultados do segundo trimestre de 2025 da Brava, destacando marcos operacionais, desempenho financeiro recorde, estratégia de otimização de custos e planos para o segundo semestre de 2025.

    • As reservas 1P da Brava (sem BC10) totalizam 605 MMboe.
    • A Companhia concluiu a Fase 1 de Atlanta no prazo e orçamento, além de otimizar a operação de Papa-Terra com mais de 85% de uptime no 1S25.
    • A produção média no 2T25 atingiu 85,9 kboe/d, com novos recordes em julho e agosto de 2025, chegando a 92,4 kboe/d em agosto.
    • O fluxo de caixa livre (FCF) no 2T25 foi de US$ 146 milhões, com a posição de caixa em US$ 933 milhões.
    • A receita líquida no 2T25 foi de R$ 3,1 bilhões (US$ 235 milhões), um aumento de 9,3% QoQ, impulsionada pela produção recorde offshore.
    • O EBITDA ajustado do 2T25 atingiu R$ 1,3 bilhão (US$ 235 milhões), com uma margem de 42,3%, um crescimento de 24% QoQ.
    • O lifting cost (excl. charter cost) no 2T25 foi de US$ 15,0, com redução de 13% QoQ.
    • A gestão de passivos incluiu a redução do custo da dívida de ~8,7% para ~8,2% e a monetização de US$ 260 milhões em créditos do FPSO Atlanta.
    • O Capex no 2T25 foi de US$ 134 milhões, com 30% destinado a Atlanta e otimização de plataformas onshore, resultando em -26% QoQ no Capex onshore.
    • A relação net debt/EBITDA foi de 3,1x (LTM) ou 2,1x (anualizando 2T25).
    • Os próximos passos para o 2S25 incluem foco na geração de FCF, desalavancagem, otimização de custos, início da campanha de perfuração offshore e conclusão de projetos de EOR e negociações de campos.
  52. Apresentação3 set 2025
    Abrir fonte ↗

    BRAVA: Apresentação Institucional - Setembro de 2025

    Brava apresenta resultados recordes no 2T25, com produção elevada, disciplina de custos, redução da dívida e projeções de crescimento para seu portfólio onshore e offshore.

    • Brava reportou resultados recordes no 2T25, com produção média de 85,9 kboe/d e atingindo 92,4 kboe/d em agosto de 2025.
    • A revenue no 2T25 foi de R$ 3,1 bilhões (+9,3% T/T) e o EBITDA Ajustado de R$ 1,3 bilhão (+24% T/T), com margem EBITDA de 42,3%.
    • O lifting cost (excl. custos de afretamento) no 2T25 foi de US$ 15,0, uma redução de 13% T/T.
    • A empresa concluiu a Fase 1 de Atlanta dentro do prazo e orçamento, com seis poços em operação e mais dois a serem perfurados até 1T27.
    • Houve revitalização em Papa-Terra, alcançando >85% de uptime no 1S25, e o segmento offshore contribuiu com aproximadamente 50% da receita total no 2T25.
    • O Capex onshore foi reduzido em 26% T/T, com a otimização de sondas de 19 para 9 no 2T25, e projetos de injeção de vapor em andamento.
    • A posição de Caixa no final do 2T25 foi de US$ 933 milhões, e a Dívida Líquida/EBITDA ajustado LTM foi de 3,1x.
    • Foram realizadas ações de liability management, incluindo o refinanciamento da dívida de Potiguar e a monetização de US$ 260 milhões dos recebíveis do FPSO Atlanta.
    • A Brava planeja focar na geração de FCF, desalavancagem e revisão de custos no 2S25, além de iniciar campanhas de perfuração offshore em Papa-Terra e Atlanta.
  53. Apresentação27 ago 2025
    Abrir fonte ↗

    Apresentação Institucional da Brava: Destaques Operacionais e Financeiros do 2T25

    Apresentação institucional da Brava detalhando os marcos operacionais e financeiros, com foco nos resultados recordes do segundo trimestre de 2025 e planos para desalavancagem e crescimento.

    • Brava reportou resultados recordes no 2T25, com produção média de 86 kboe/d e receita líquida de R$ 3,1 bilhões.
    • O EBITDA Ajustado atingiu R$ 1,3 bilhão no 2T25, com margem de 42,3%, impulsionado pela produção offshore.
    • A produção recorde em Atlanta e Papa-Terra elevou a participação do segmento offshore para aproximadamente 50% das receitas totais.
    • A fase 1 do projeto Atlanta foi concluída dentro do prazo e orçamento, com 6 poços em operação e mais 2 poços conectados em julho de 2025.
    • A companhia implementou disciplina de custos, reduzindo o lifting cost para US$ 15,0/boe e otimizando o Capex onshore (-26% T/T).
    • A Brava concluiu o refinanciamento de dívida de US$ 500 milhões e monetizou recebíveis do FPSO Atlanta (US$ 260 milhões), visando desalavancagem e redução do custo médio da dívida para ~8,2%.
    • A empresa mantém uma robusta posição de caixa de US$ 933 milhões e projeta uma alavancagem de Dívida Líquida/EBITDA de 2,1x (anualizando 2T25).
    • Os próximos passos incluem foco na geração de caixa livre, desalavancagem, revisão de contratos, início de novas campanhas de perfuração e projetos de recuperação avançada de petróleo (EOR).
    • A Brava destaca sua posição como a maior e mais integrada operadora privada do Brasil, com portfólio robusto onshore e offshore e estrutura tributária eficiente.
  54. Apresentação22 ago 2025
    Abrir fonte ↗

    Brava: Apresentação Institucional (Agosto 2025)

    A Brava apresentou seus resultados e operações para o segundo trimestre de 2025, destacando recordes de produção e receita, otimização de custos, e avanços em projetos chave e gestão de passivos.

    • As reservas 1P da Brava (sem BC10) atingiram 605 milhões de boe.
    • A Fase 1 do projeto Atlanta foi concluída no prazo e dentro do orçamento, com o FPSO Atlanta registrando forte ramp-up e seis poços em operação.
    • A empresa alcançou recorde de produção no 2T25, seguido por um novo recorde em julho, com média de 86 kboe/d no 2T25 e 91 kboe/d em julho.
    • O Papa-Terra obteve mais de 85% de tempo de atividade no 1S25, a melhor eficiência operacional desde a aquisição em 2022.
    • A posição de caixa no 2T25 foi robusta em US$ 933 milhões, e o FCF (Fluxo de Caixa Livre) foi de US$ 146 milhões.
    • A receita líquida no 2T25 atingiu R$ 3.1 bilhões, com aumento de 9.3% QoQ, e o Adjusted EBITDA cresceu 24% QoQ, chegando a R$ 1.3 bilhão (US$ 235 milhões).
    • O Lifting cost foi reduzido para US$ 15.0/boe (excl. charter cost), com -13% QoQ.
    • Houve uma redução de 500 bps no custo da dívida, com o custo médio da dívida caindo para ~8.2% em julho de 2025 e o refinanciamento de US$ 500 milhões em empréstimos.
    • A monetização do crédito do FPSO Atlanta gerou US$ 260 milhões e impactos positivos no fluxo de caixa futuro de mais de US$ 40 milhões.
    • O Capex foi otimizado, com redução de 28% QoQ no onshore e foco em projetos de maior retorno, diminuindo o número de sondas de 24 para 9 até o final do 2T25.
    • A Brava se posiciona como a maior operadora privada onshore integrada no Brasil, com capacidade de refino, NGPUs, terminais de armazenamento e acesso a mercados internacionais.
    • As próximas etapas para o 2S25 incluem foco na geração de FCF e desalavancagem, campanhas de perfuração offshore e implementação de projetos de EOR (Enhanced Oil Recovery) onshore.
  55. Investor Day15 ago 2025
    Abrir fonte ↗

    Brava Energia: Investor Day 2025 - Desempenho e Estratégia

    A Brava Energia apresentou seu Investor Day 2025, detalhando a performance operacional e financeira, estratégias para os portfólios offshore e onshore, e planos de crescimento e otimização.

    • A Brava Energia discute o processo de aquisição da participação de 15% na 3R Offshore e o litígio arbitral em curso com a Nova Técnica Energy Ltda (NTE) referente ao campo de Papa-Terra.
    • Os destaques do último ano incluem a conclusão da Fase 1 de Atlanta, mais de 85% de uptime em Papa-Terra no 1S25, produção recorde no 2T25 e julho, disciplina de custos e otimização de CAPEX.
    • A empresa alcançou produção média diária de 91 kboe/d em julho de 2025, lifting cost de US$15.0/boe no 2T25 e receita líquida de US$554 milhões no 2T25, com EBITDA ajustado de US$231 milhões.
    • O portfólio offshore da Brava possui 6 ativos produtores e 289 milhões de boe em reservas 2P certificadas, com 71% de reservas provadas.
    • A Fase 1 do Sistema Definitivo de Atlanta foi concluída com sucesso, com uma produção de 35,3 mil bbl/d em julho de 2025, e o campo de Papa-Terra demonstra potencial de upside com projetos de eficiência e revitalização.
    • No onshore, a Brava é a maior operadora privada integrada do Brasil, com produção de 92 kbbl/d de óleo e 22 MMm³/d de gás em 2025, buscando integração desde os campos até os distribuidores.
    • Estratégias para o onshore incluem otimização de custos (lifting cost), ganhos de eficiência em operações de poço, projetos de recuperação secundária (vapor e injeção de nitrogênio) e crescimento da produção de gás.
    • A estratégia de downstream e comercial abrange a operação de ATI (Ativo de Tratamento e Industrialização) com otimização de yields da refinaria, expansão do terminal portuário e diversificação do trading de óleo e produtos.
    • No segmento de Gás & Energia, a Brava é líder privada em midstream e o segundo maior produtor privado de gás natural, focando na monetização do gás, aumento da flexibilidade e novos projetos como cogeração de energia em Potiguar.
    • Financeiramente, a empresa apresentou aumento consistente de EBITDA e margens no 2T25, redução progressiva do CAPEX e uma trajetória de desalavancagem com fortalecimento da estrutura de capital através de gerenciamento de passivos e monetiz
    • A Brava reduziu o custo médio da dívida de 8,7% para 8,2% em USD e possui liquidez suficiente para todas as obrigações até 2028.
  56. Fato Relevante12 ago 2025
    Abrir fonte ↗

    Brava Energia: 1º Aditamento ao Acordo de Acionistas

    A Brava Energia S.A. comunicou a celebração do 1º Aditamento ao Acordo de Acionistas, que altera regras sobre a anotação de ações vinculadas e a convocação de reuniões prévias.

    • A Brava Energia S.A. recebeu correspondência em 11 de agosto de 2025 sobre a celebração do 1º Aditamento ao Acordo de Acionistas em 08 de agosto de 2025.
    • O Aditamento exclui a regra de anotação do Acordo de Acionistas nos certificados das Ações Vinculadas detidas pelos acionistas signatários.
    • O documento também complementa as regras para a convocação e implementação das Reuniões Prévias.
    • O Aditamento e o Acordo original estão disponíveis para consulta nos sites da CVM, B3 e da Brava Energia.
  57. Fato Relevante11 ago 2025
    Abrir fonte ↗

    Eleição de Novo Presidente do Conselho de Administração da Brava Energia

    A Brava Energia S.A. comunica a eleição unânime do Sr. Richard Kovacs como novo Presidente do Conselho de Administração, sucedendo o Sr. Harley Lorentz Scardoelli, que permanecerá como membro do conselho.

    • O Conselho de Administração da Brava Energia elegeu o Sr. Richard Kovacs como Presidente do Conselho em 08 de agosto de 2025.
    • A eleição foi unânime e ocorreu após a renúncia do Sr. Harley Lorentz Scardoelli ao cargo de Presidente.
    • O Sr. Harley Lorentz Scardoelli permanecerá como membro efetivo do Conselho de Administração da Companhia.
    • A Brava Energia agradeceu ao Sr. Harley Lorentz Scardoelli por seu comprometimento e liderança.
  58. Apresentação7 ago 2025
    Abrir fonte ↗

    Apresentação de Resultados 2T25 | Enauta Energia S.A.

    A Enauta reportou resultados financeiros e operacionais recordes no 2T25, impulsionados pelo crescimento da produção de óleo e gás, disciplina de custos e otimização da estrutura de capital, com foco em desalavancagem.

    • A produção média no 2T25 atingiu 86 kboe/d, com recorde mensal de 91 kboe/d em julho de 2025.
    • A receita líquida do 2T25 foi de R$ 3,1 bilhões (+9.3% T/T), e o EBITDA Ajustado de R$ 1,3 bilhão (+24% T/T), com margem de 42,3%.
    • O lifting cost offshore reduziu para US$ 14,0/boe e o custo total da dívida foi reduzido de ~8,7% para ~8,2%.
    • A posição de caixa no 2T25 foi de US$ 933 milhões, com Fluxo de Caixa Livre (FCF) robusto de US$ 146 milhões.
    • O refinanciamento de US$ 500 milhões e a monetização de US$ 260 milhões dos recebíveis do FPSO Atlanta contribuíram para a desalavancagem e liquidez da empresa.
    • A Enauta focará na geração de caixa livre, desalavancagem e campanha de perfuração offshore em Papa-Terra e Atlanta no 2S25.
  59. Apresentação7 ago 2025
    Abrir fonte ↗

    Enauta: Resultados 2T25 e Eventos Subsequentes com Crescimento da Produção e Recordes

    A Enauta reporta resultados do segundo trimestre de 2025 com crescimento recorde de produção, forte desempenho financeiro e avanços em gestão de passivos e projetos operacionais.

    • A produção média no 2T25 atingiu 86 kboe/d, com um recorde mensal de 91 kboe/d em julho de 2025.
    • A receita líquida no 2T25 foi de R$ 3,1 bilhões (+9,3% QoQ) e o EBITDA Ajustado alcançou R$ 1,3 bilhão (US$ 235 MM), com margem de 42,3% (+24% QoQ).
    • O Fluxo de Caixa Livre (FCF) foi robusto em US$ 146 MM, com uma posição de caixa de US$ 933 MM.
    • O lifting cost (excluindo afretamento) reduziu 13% QoQ, chegando a US$ 15,0/boe.
    • A implementação do projeto Atlanta avançou com a conexão de 2 poços em julho, e a eficiência operacional de Papa-Terra atingiu o melhor nível desde 2022.
    • Houve redução do Capex onshore em 28% QoQ e a fase final de implementação do projeto Atlanta.
    • A gestão de passivos incluiu o refinanciamento de um empréstimo de US$ 500 MM e a pré-pagamento de debêntures de ~US$ 125 MM, reduzindo o custo da dívida de ~8,7% para ~8,2%.
    • A monetização do crédito FPSO Atlanta gerou US$ 260 MM, com efeitos positivos adicionais de mais de US$ 40 MM no fluxo de caixa operacional futuro.
    • A empresa foca em geração de fluxo de caixa livre, desalavancagem, redução de custos e novas campanhas de perfuração offshore no segundo semestre de 2025.
  60. ITR6 ago 2025
    Abrir fonte ↗

    Brava Energia: Recordes de Produção e Eficiência, Redução de Dívida no 2T25

    Brava Energia divulgou os resultados do segundo trimestre de 2025, destacando recordes de produção, melhoria da eficiência operacional, otimização da estrutura de capital e redução da dívida líquida.

    • A Companhia apresentou seus resultados do segundo trimestre de 2025, comparando-os com dados pro forma do 2T24 após a fusão.
    • A produção total média alcançou 85,9 mil boe/dia no 2T25 (+21,3% T/T), estabelecendo novo recorde mensal em julho com 90,9 mil boe/dia.
    • Houve avanços operacionais significativos em Atlanta, com seis poços conectados ao FPSO, e em Papa-Terra, que atingiu níveis recordes de eficiência e produção.
    • Brava Energia assumiu a operação do Terminal Aquaviário de Guamaré no 2T25, visando otimização de custos e gestão na Bacia Potiguar.
    • O fluxo de caixa livre foi robusto, impulsionado por um fluxo de caixa operacional de R$ 1,6 bilhão e redução do fluxo de caixa de investimento.
    • O net_income atingiu R$ 3.142 milhões no 2T25 (+9,3% T/T), e o Adjusted EBITDA recorde foi de R$ 1.330 milhões (+24% T/T), com margem de 42,3%.
    • O Lifting Cost médio consolidado (ex-afretamento) reduziu 13,1% T/T, alcançando US$ 15,0/boe, impulsionado pela performance do segmento offshore.
    • A Companhia realizou pré-pagamentos da Debênture Potiguar (US$ 500MM) e da 2ª Série da 1ª Emissão de Debêntures (~US$ 119 milhões).
    • A monetização de recebíveis do FPSO Atlanta gerou um impacto positivo de mais de US$ 300 milhões, incluindo US$ 260 milhões em caixa.
    • O Capex foi de R$ 757,8 milhões no 2T25 (-14,5% T/T), refletindo a fase final do projeto Atlanta (Fase 1) e a redução de perfurações onshore.
    • A Dívida Líquida consolidada encerrou o 2T25 em R$ 8.937,0 milhões (-10,6% T/T), com alavancagem de 3,11x (dólar) dentro do limite aprovado.
    • Eventos subsequentes ao trimestre incluem uma nova emissão de debêntures de US$ 500 milhões para refinanciamento e a finalização da monetização dos recebíveis de Atlanta.
    • Após a contabilização dos eventos subsequentes, a dívida líquida da Companhia seria de aproximadamente R$ 6.671,5 milhões (-25,3% em relação ao 2T25).
    • Brava apresentou seu primeiro Relatório de Sustentabilidade Integrado e detalhou iniciativas ESG, como o inventário de GEE e projetos sociais.
  61. ITR6 ago 2025
    Abrir fonte ↗

    Brava Energia: Resultados do 2T25 com Recordes de Produção e Receita

    A Brava Energia apresentou resultados recordes no 2T25, impulsionados pelo aumento da produção offshore, alta receita líquida e EBITDA ajustado, além de avanços significativos na gestão de passivos.

    • A Brava Energia registrou recorde de produção trimestral de 85,9 mil boe/d no 2T25, com novo recorde mensal de 90,9 mil boe/d em julho.
    • A evolução operacional em Atlanta incluiu a conexão de quatro poços (4H, 5H, 2H, 3H), elevando a produção do ativo para 37,0 mil boe/d em julho.
    • Papa-Terra alcançou o melhor nível de eficiência operacional desde sua aquisição, com produção de 19,6 mil boe/d em julho.
    • A Companhia assumiu a operação do Terminal Aquaviário de Guamaré no 2T25, visando redução de custos e otimização da gestão.
    • A revenue recorde foi de R$ 3.142 milhões (+9,3% T/T) e o EBITDA Ajustado recorde de R$ 1.330 milhões (+24% T/T), com margem EBITDA ajustada de 42,3%.
    • O lifting cost médio (sem afretamento) reduziu 13,1% T/T, alcançando US$ 15,0/boe no 2T25.
    • Iniciativas de liability management incluíram o pré-pagamento da Debênture Potiguar e da 2ª Série da 1ª Emissão, além da antecipação de recebíveis do FPSO Atlanta (US$ 260 milhões).
    • A Companhia publicou seu primeiro Relatório de Sustentabilidade Integrado e avançou em práticas ESG, como o Inventário de Emissões GEE.
    • O capex no 2T25 foi de R$ 757,8 milhões (-14,5% T/T), confirmando o segundo trimestre consecutivo de redução de investimentos.
    • A alavancagem líquida da Companhia, considerando eventos subsequentes ao 2T25, reduziria para US$ 1.227,1 milhões (-25,3% frente ao 2T25).
  62. Fato Relevante6 ago 2025
    Abrir fonte ↗

    Brava Energia monetiza recebíveis do FPSO Atlanta

    Brava Energia comunica a liquidação integral e antecipada dos recebíveis do financiamento do FPSO Atlanta pela Yinson, totalizando US$ 260 milhões, visando otimizar sua estrutura de capital.

    • A Yinson Production Offshore Pte. Ltd. liquidou integral e antecipadamente os recebíveis atrelados ao financiamento da Brava Energia para o projeto de adaptação do FPSO Atlanta.
    • A transação contempla o recebimento de US$ 260 milhões, com US$ 4,5 milhões em julho de 2025 e US$ 255,5 milhões na data da comunicação, além dos juros incorridos.
    • A monetização dos recebíveis é esperada para gerar efeitos positivos na geração de caixa operacional nos próximos três anos, com valor presente estimado acima de USD 40 milhões.
    • O principal objetivo da transação é otimizar a estrutura de capital da Companhia, por meio da redução da alavancagem e contribuição à geração de caixa.
    • A transação integra um processo de liability management que incluiu o pré-pagamento da Debênture Potiguar (US$ 500MM) e das Debêntures da 2ª Série da 1ª Emissão (US$ 125MM) em julho de 2025.
  63. Outro28 jul 2025
    Abrir fonte ↗

    Fitch Afirma Ratings da Brava Energia; Perspectiva Estável

    A Fitch Ratings afirmou os ratings de crédito da Brava Energia S.A. e da 3R Lux S.à.r.l. com Perspectiva Estável, refletindo expectativas de desalavancagem e melhoria operacional.

    • A Fitch Ratings afirmou os IDRs de Longo Prazo da Brava Energia S.A. em Moedas Estrangeira e Local ‘BB-’ e o Rating Nacional de Longo Prazo ‘AA-(bra)’, com Perspectiva Estável.
    • Os ratings são sustentados pela escala limitada da Brava, eficiência operacional em melhoria e base de ativos diversificada.
    • A Fitch projeta uma redução da alavancagem da empresa em 2025, impulsionada pelo aumento da produção nos campos de Atlanta e Papa-Terra e otimização de investimentos.
    • A produção da Brava é esperada em 90 kboe/d em 2025, atingindo 120 kboe/d até 2029.
    • O índice de alavancagem líquida/EBITDA deve cair para 1,7x em 2025–2026, de 3,6x em março de 2025.
    • Os custos de extração (lifting costs) são projetados para diminuir de USD20/boe no primeiro trimestre de 2025 para USD18/boe em 2025 e USD13/boe até 2029.
    • O Fluxo de Caixa das Operações (CFO) deverá cobrir os investimentos (capex) a partir de 2027, resultando em Fluxos de Caixa Livre (FCFs) consistentemente positivos.
    • A Brava mantém forte liquidez e acesso a financiamento de longo prazo, com uma nova emissão de debêntures fortalecendo o perfil de vencimento da dívida.
  64. Fato Relevante23 jul 2025
    Abrir fonte ↗

    BRAVA ENERGIA: Celebração de Acordo de Acionistas

    A Brava Energia S.A. comunica a celebração de um Acordo de Acionistas para regular o direito de voto e a transferência de ações, abrangendo 20,82% do capital social.

    • A BRAVA ENERGIA S.A. arquivou um Acordo de Acionistas na sede da Companhia, conforme a Resolução CVM Nº 44.
    • O acordo tem como objetivo regular o exercício do direito de voto e o modo de transferência das ações de emissão da BRAVA detidas pelos signatários.
    • Os Acionistas signatários compartilham uma visão convergente sobre desenvolvimento sustentável, geração de valor de longo prazo, crescimento, eficiência e boa governança corporativa da Companhia.
    • O Acordo de Acionistas vincula 96.710.765 ações ordinárias, representando 20,82% do capital social da BRAVA.
    • O documento está disponível para consulta na sede da Companhia e nos endereços eletrônicos da CVM, B3 e BRAVA.
  65. Fato Relevante21 jul 2025
    Abrir fonte ↗

    BRAVA ENERGIA: Início de produção dos poços 2H e 3H no Campo de Atlanta

    A Brava Energia comunicou o início da conexão e testes dos poços 2H e 3H no Campo de Atlanta, com expectativas de flutuações na produção durante a fase de estabilização.

    • A conexão dos poços 2H e 3H no Campo de Atlanta foi concluída na segunda semana de julho.
    • Ambos os poços estão em processo de testes e estabilização.
    • Os poços 2H e 3H já haviam produzido anteriormente através do sistema antecipado de produção (FPSO Petrojarl I).
    • O projeto de Atlanta encontra-se em fase de testes de sistemas de produção e automação, com expectativa de oscilações na produção diária.
    • A Companhia prevê atingir o pico de produção e eficiência operacional para o ativo nos próximos meses.
  66. Outro14 jul 2025
    Abrir fonte ↗

    Aviso de Resgate Antecipado Facultativo de Debêntures da Brava Energia

    A Brava Energia S.A. comunica o resgate antecipado facultativo da totalidade das debêntures da segunda série da sua 1ª emissão, a ser realizado em 28 de julho de 2025.

    • A Brava Energia S.A. realizará o Resgate Antecipado Facultativo da totalidade das Debêntures da Segunda Série da 1ª Emissão (Cód. IF: ENAT21).
    • O resgate será efetuado em 28 de julho de 2025.
    • O pagamento incluirá o Valor Nominal Unitário das Debêntures, a Remuneração calculada pro rata temporis, Encargos Moratórios (se aplicável), e um prêmio de 1,40% ao ano.
    • Após a realização do Resgate Antecipado Facultativo, as Debêntures da Segunda Série serão canceladas.
    • Os procedimentos de liquidação seguirão as regras da B3 para debêntures custodiadas eletronicamente, ou serão feitos por meio do Escriturador para as demais.
  67. Fato Relevante14 jul 2025
    Abrir fonte ↗

    BRAVA ENERGIA S.A. aprova 9ª emissão de debêntures para resgate antecipado

    A BRAVA ENERGIA S.A. aprovou sua 9ª emissão de debêntures simples, totalizando até R$3 bilhões, destinada a investidores profissionais, com o objetivo de otimizar a estrutura de capital e resgatar antecipadamente debêntures de uma emissão a

    • O Conselho de Administração da Brava Energia S.A. aprovou a 9ª emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, em série única.
    • As debêntures, inicialmente quirografárias, passarão a ter garantia real (ações de subsidiária, penhor e recebíveis associados a 23% da concessão do BC-10).
    • A oferta pública é destinada a investidores profissionais, em rito de registro automático, nos termos da Resolução CVM nº 160.
    • Serão emitidas até 3.000.000.000 de debêntures, com valor nominal unitário de R$1,00, coordenadas pelo Banco Bradesco BBI S.A. com garantia firme de US$500 milhões.
    • As Debêntures terão prazo de vencimento de cinco anos a partir da emissão, com amortizações anuais iguais a partir do terceiro ano.
    • A Companhia contratou instrumentos derivativos (swaps) para mitigar a exposição cambial, resultando em um custo dolarizado de 8,7% ao ano para a emissão.
    • Os recursos líquidos captados serão usados para o resgate antecipado total das debêntures da 4ª emissão da 3R Potiguar S.A., que possuíam uma taxa de juros dolarizada de 11,1% ao ano.
    • A 4ª emissão anterior foi desembolsada em junho de 2023 para viabilizar a aquisição do Polo Potiguar.
    • Esta nova emissão visa otimizar a estrutura de capital da Companhia, alongando o perfil de amortização e reduzindo o custo médio de obrigações financeiras.
  68. Outro10 jul 2025
    Abrir fonte ↗

    BRAVA ENERGIA S.A.: AGE aprova exclusão de artigos sobre OPA obrigatória

    A Assembleia Geral Extraordinária da Brava Energia S.A. aprovou a exclusão de artigos do Estatuto Social que previam a obrigatoriedade de oferta pública de aquisição (OPA) em caso de aquisição de participação relevante.

    • A Brava Energia S.A. realizou Assembleia Geral Extraordinária (AGE) em 10 de julho de 2025, em segunda convocação, por meio de plataforma eletrônica.
    • A AGE contou com a presença de acionistas representando aproximadamente 60,51% do capital social com direito a voto da Companhia.
    • A pauta da AGE abordou a deliberação sobre a exclusão dos artigos 40, 41, 42 e 48 do Estatuto Social da Companhia.
    • O objetivo da alteração estatutária foi retirar a previsão de obrigatoriedade de realização de oferta pública de aquisição (OPA) de ações em caso de aquisição de participação relevante.
    • A proposta de exclusão dos artigos foi aprovada por maioria absoluta dos votos dos acionistas presentes, resultando na consolidação do Estatuto Social reformado.
  69. Outro27 jun 2025
    Abrir fonte ↗

    Brava Energia S.A.: Ata da AGE aprova Incorporação da Enauta Energia S.A.

    Ata da Assembleia Geral Extraordinária da Brava Energia S.A. aprovou a incorporação da Enauta Energia S.A., uma etapa de simplificação da estrutura societária do Grupo Brava.

    • A Assembleia Geral Extraordinária da Brava Energia S.A. (Companhia) foi realizada em 27 de junho de 2025 para deliberar sobre a incorporação da Enauta Energia S.A.
    • A AGE aprovou o Protocolo e Justificação de Incorporação da Enauta Energia pela Companhia, incluindo a ratificação da KPMG como avaliadora e a aprovação do laudo de avaliação.
    • A operação de incorporação visa a simplificação da estrutura societária do Grupo Brava, otimização de custos e despesas operacionais, e captação de sinergias.
    • O capital social da Brava Energia S.A. é de R$ 11.971.587.907,53, dividido em 464.180.812 ações ordinárias.
    • O capital social da Enauta Energia S.A. é de R$ 2.042.553.134,00, dividido em 191.262.711 ações ordinárias, integralmente detidas pela Brava Energia.
    • O valor contábil do acervo líquido da Enauta Energia S.A. foi avaliado em R$ 3.245.077.395,80 com base no balanço de 31 de dezembro de 2024.
    • A eficácia da incorporação está condicionada à aprovação da ANP para cessão de contratos e do IBAMA para transferência de licenças ambientais, até 01 de agosto de 2025.
    • A incorporação não resultará em aumento de capital social da Brava Energia, pois o investimento na Enauta Energia já está refletido nas demonstrações financeiras.
    • Com a consumação, a Enauta Energia S.A. será extinta, e a Brava Energia S.A. sucederá em todos os seus bens, direitos e obrigações.
  70. Outro24 jun 2025
    Abrir fonte ↗

    Brava Energia S.A.: Termo de Não Instalação de AGE

    A Brava Energia S.A. informou que sua Assembleia Geral Extraordinária de 24 de junho de 2025 não foi instalada por falta de quórum mínimo legal para deliberar sobre a alteração do Estatuto Social.

    • A Assembleia Geral Extraordinária (AGE) da Brava Energia S.A. foi convocada para 24 de junho de 2025, às 10h, por meio de plataforma eletrônica.
    • A pauta da AGE visava discutir e votar a exclusão de artigos do Estatuto Social que tratam da obrigatoriedade de oferta pública de aquisição de ações em caso de aquisição de participação relevante.
    • A AGE não foi instalada devido à ausência do quórum mínimo legal de 2/3 das ações com direito a voto, conforme o artigo 135 da Lei das S.A.
    • Acionistas representando aproximadamente 40,74% do capital social com direito a voto estavam presentes na primeira convocação.
    • A administração da Companhia promoverá a segunda convocação da AGE, onde a assembleia será instalada com qualquer número de acionistas para deliberar sobre a matéria.
  71. Apresentação16 jun 2025
    Abrir fonte ↗

    Enauta (BRAV3): Apresentação Institucional com Destaques do 1T25 e Estratégia

    Apresentação institucional da Enauta (BRAV3) detalhando os resultados operacionais e financeiros do 1T25, a evolução da produção, a gestão de custos e dívidas, e os próximos passos para 2025.

    • A Enauta (BRAV3) registrou uma produção média diária de 71 kboe/d no 1T25, com produção recorde de 89 kbbl/d em maio de 2025.
    • O EBITDA ajustado da companhia no 1T25 foi de R$ 1,1 bilhão (US$ 183 milhões), apresentando uma margem de 37,2%.
    • A posição de caixa da Enauta no 1T25 foi de US$ 831 milhões, após amortização líquida de dívidas de US$ 98 milhões.
    • O lifting cost (excluindo custo de afretamento) atingiu US$ 17,3/boe no 1T25, com foco na redução do lifting cost onshore.
    • A produção no campo de Atlanta está em evolução, com previsão de conexão de mais dois poços (2H e 3H) até o 2T25.
    • A Enauta planeja otimizar o Capex e reduzir o número de sondas onshore de 19 para 8 até o 3T25, além de implementar projetos piloto de recuperação de petróleo pesado.
    • A dívida líquida/EBITDA ajustado dos últimos 12 meses foi de 3,37x no 1T25, com custo médio da dívida inferior a 9% em dólar.
    • Os próximos passos para 2025 incluem a retomada da produção em Manati, a interligação de poços em Atlanta e a melhoria da produtividade dos campos de petróleo pesado em Potiguar.
  72. Fato Relevante5 jun 2025
    Abrir fonte ↗

    BRAVA Energia vende 50% de ativos de midstream de gás para PetroReconcavo

    A BRAVA Energia S.A. comunicou a assinatura de contrato com a PetroReconcavo S.A. para a venda de 50% de sua infraestrutura de midstream de gás natural no Rio Grande do Norte por US$65 milhões.

    • A BRAVA Energia S.A. assinou um Contrato de Compra e Venda de Ativos com a PetroReconcavo S.A. em 5 de junho de 2025.
    • A transação envolve a venda de 50% das Unidades de Processamento de Gás Natural II e III, do gasoduto Livramento/Guamaré e das esferas de Gás Natural Liquefeito.
    • Os ativos compreendem a infraestrutura de escoamento e processamento de gás natural localizada no Ativo Industrial de Guamaré, na Bacia Potiguar, Rio Grande do Norte.
    • O valor total da transação é de US$65 milhões, com pagamentos escalonados (10% na assinatura, 25% pós-CADE, 50% no closing e 15% restante fracionado).
    • O contrato estabelece comitês operacionais com a Brava atuando como operadora do consórcio e o compartilhamento de utilidades e serviços do Ativo Industrial de Guamaré.
    • Inclui um compromisso da Brava de adquirir gás natural da PetroReconcavo por cinco anos, a partir do segundo semestre de 2025, com volume médio de 150 Mm³/d.
    • A parceria visa aprimorar a eficiência, maximizar a utilização dos ativos de infraestrutura e reduzir custos operacionais.
  73. Fato Relevante5 jun 2025
    Abrir fonte ↗

    BRAVA Energia: Operação com Valores Mobiliários para Ajuste de Participação Recíproca

    A BRAVA Energia S.A. comunicou a aprovação de uma operação com valores mobiliários para ajustar a participação recíproca com a Enauta e ampliar a liquidez de sua estrutura de capital.

    • O Conselho de Administração da BRAVA Energia aprovou em 04 de junho de 2025 uma operação com valores mobiliários.
    • O objetivo é ajustar a participação recíproca resultante da incorporação de ações da Enauta e ampliar a liquidez da estrutura de capital.
    • A Lei das S.A. exige que a participação recíproca resultante de incorporação seja eliminada em até um ano, prazo que se encerra em 31 de julho de 2025.
    • As operações preveem a alienação de 9.480.932 ações ordinárias da Companhia detidas pela subsidiária Enauta Energia S.A. para cancelar a participação recíproca.
    • Foi contratado um instrumento derivativo de liquidação financeira (total return swap – TRS) referenciado na compra de até 9.480.932 ações ordinárias da Companhia.
    • A venda das ações será realizada na B3 a preço de mercado, cabendo à Diretoria da Enauta Energia decidir o momento e a quantidade, seguindo regulamentação aplicável.
  74. Fato Relevante27 mai 2025
    Abrir fonte ↗

    BRAVA ENERGIA recebe solicitação de acionista para alteração do Estatuto Social

    A BRAVA ENERGIA S.A. informou que recebeu do Yellowstone Fundo de Investimento Financeiro em Ações uma carta solicitando que o Conselho de Administração avalie uma proposta de alteração do estatuto social da Companhia.

    • A BRAVA ENERGIA S.A. recebeu uma carta do Yellowstone Fundo de Investimento Financeiro em Ações, veículo do Grupo Ebrasil Energia.
    • O Yellowstone Fundo detém aproximadamente 5,3% do capital social da BRAVA.
    • A carta solicita que o Conselho de Administração da Companhia avalie e submeta aos acionistas uma proposta para alterar o estatuto social da BRAVA.
    • A proposta será avaliada pela Administração da BRAVA, que reafirma seu compromisso com a governança corporativa e a conformidade legal.
  75. Outro19 mai 2025
    Abrir fonte ↗

    Ata de AGE: Aprovação de Alterações no Estatuto Social da Brava Energia S.A.

    A Assembleia Geral Extraordinária da Brava Energia S.A., realizada em 19 de maio de 2025, aprovou alterações no Estatuto Social relativas a aumento de capital e política de transações com partes relacionadas, consolidando o novo estatuto.

    • A Assembleia Geral Extraordinária (AGE) da Brava Energia S.A. foi realizada em 19 de maio de 2025, em segunda convocação.
    • Os acionistas presentes representaram aproximadamente 27,13% do capital social com direito a voto da Companhia.
    • Foram aprovadas alterações nos artigos 5º e 6º do Estatuto Social para refletir um aumento de capital social previamente aprovado.
    • O capital social da Companhia foi estabelecido em R$ 11.971.587.907,53, dividido em 464.180.812 ações ordinárias.
    • O limite do capital autorizado foi definido em 1.640.705.434 ações, excluindo as já emitidas.
    • Aprovação de mudanças nos artigos 16 e 19 do Estatuto Social para incluir referência aos parâmetros de competência da Política de Transações com Partes Relacionadas.
    • A consolidação do Estatuto Social da Companhia foi aprovada, incorporando todas as deliberações citadas.
    • Os administradores foram autorizados a praticar todos os atos necessários para a implementação das deliberações aprovadas.
    • O novo Estatuto Social detalha a estrutura de governança, incluindo regras para Conselho de Administração, Diretoria, Conselho Fiscal (não permanente) e Comitê de Auditoria (permanente).
    • O estatuto mantém a adesão da Companhia ao Novo Mercado da B3 e inclui cláusulas sobre alienação de controle e ofertas públicas de aquisição (OPA).
    • Uma cláusula arbitral foi incluída no estatuto para resolução de controvérsias perante a Câmara de Arbitragem do Mercado.
  76. Apresentação13 mai 2025
    Abrir fonte ↗

    Enauta: Resultados 1T25 com Crescimento de Produção e Destaques Financeiros

    A apresentação detalha os resultados do primeiro trimestre de 2025 da Enauta, evidenciando o crescimento da produção, o desempenho financeiro e os avanços operacionais dos seus ativos.

    • A produção diária média no 1T25 atingiu 71 kboe/d, com média de 82 kboe/d em abril e 88 kboe/d a partir de 14 de abril.
    • O EBITDA Ajustado do 1T25 foi de R$ 1.1 bilhão (US$ 183 MM), representando o dobro do trimestre anterior.
    • A receita líquida no 1T25 totalizou R$ 2.9 bilhões, com aumento de 47% em relação ao trimestre anterior.
    • A posição de caixa em 1T25 foi de US$ 831 milhões após amortização líquida de US$ 98 milhões em dívidas.
    • O campo de Atlanta está em ramp-up, com a conexão de mais dois poços prevista para o 2T25.
    • O custo de lifting (excluindo afretamento) no 1T25 foi de US$ 17.3/boe.
    • As reservas 1P (WI ex-BC10) somam 605 MMboe, com uma vida útil de mais de 15 anos.
    • O Capex do 1T25 foi de US$ 149 milhões, direcionado à conclusão do projeto Atlanta e à otimização das sondas onshore.
    • A relação dívida líquida/EBITDA ajustado LTM foi de 3.37x, com expectativa de redução para abaixo de 3.0x anualizando o 1T25.
    • A empresa possui posições de hedge para 2.5 milhões de barris de petróleo a um preço médio de Brent de US$ 72.2/bbl, e 4.1 milhões de barris com uma estrutura collar.
    • A produção do campo de Manati tem previsão de ser retomada em maio de 2025.
  77. Apresentação13 mai 2025
    Abrir fonte ↗

    Enauta: Apresentação de Resultados do 1T25

    A Enauta apresentou os resultados do primeiro trimestre de 2025, destacando produção recorde em abril, crescimento da receita, EBITDA ajustado robusto e detalhes sobre a estrutura de capital e planos operacionais.

    • A Companhia registrou produção média diária de 71 kboe/d no 1T25, atingindo 82 kbbl/d em abril de 2025, um aumento de 16% em relação ao trimestre anterior.
    • O EBITDA ajustado no 1T25 foi de R$ 1,1 bilhão (US$ 183 milhões), com margem de 37,2%, impulsionado pelo segmento Offshore.
    • A receita líquida do 1T25 cresceu 47% trimestre a trimestre, com o segmento Offshore respondendo por mais de 50% das receitas upstream.
    • O Lifting cost (excluindo afretamento) foi de US$ 17,3/boe, apresentando redução pelo segundo trimestre consecutivo no segmento onshore.
    • A posição de caixa ao final do 1T25 alcançou US$ 831 milhões, após amortização líquida de US$ 98 milhões em dívidas.
    • A alavancagem, medida pela Dívida líquida/EBITDA, foi de 3,37x nos últimos 12 meses, com o custo médio da dívida inferior a 9% em dólar.
    • As reservas 1P foram de 605 MMboe (ex-BC10), sendo 92% óleo, com vida útil superior a 15 anos.
    • A disputa com a NTE sobre a participação de 37,5% no Campo de Papa-Terra resultou em um saldo devedor de R$ 549,4 milhões da NTE em favor da Companhia em 31 de março de 2025, sem impactar as atividades operacionais.
    • O CAPEX foi otimizado, com redução do número de sondas onshore (de 19 para 13 no 1T25) e a fase final de implementação do projeto Atlanta.
    • A Enauta possui hedges para 2,5 milhões de barris via NDF a um preço médio de Brent de US$ 72,2/bbl e para 4,1 milhões de barris via Collar entre US$ 61,0 e US$ 86,9/bbl.
    • Os planos para 2025 incluem a retomada da produção de Manati até maio e a conexão de mais dois poços em Atlanta até junho.
  78. ITR12 mai 2025
    Abrir fonte ↗

    Brava Energia: Resultados do Primeiro Trimestre de 2025

    A Brava Energia reportou resultados recordes de produção e desempenho financeiro robusto no primeiro trimestre de 2025, impulsionados pela performance de ativos offshore e avanços em ESG.

    • A Brava Energia registrou produção de 70,8 mil boe/d no 1T25, atingindo um recorde histórico de 82 mil boe/d em abril de 2025, um aumento de 16% em relação ao 1T25.
    • A receita líquida totalizou R$ 2.874,3 milhões no 1T25, com crescimento de 47,4% T/T, impulsionada pelos segmentos upstream e mid & downstream.
    • O EBITDA Ajustado alcançou R$ 1.070,0 milhões no 1T25, sendo 2,1x maior T/T, com uma margem EBITDA Ajustada consolidada de 37,2%.
    • A Companhia reverteu o prejuízo do 4T24, reportando um lucro líquido consolidado de R$ 829,2 milhões no 1T25.
    • O capex registrado foi de R$ 886,4 milhões no 1T25, uma redução de 31,7% T/T, com foco na revitalização e perfuração de infraestrutura de produção.
    • O lifting cost total (sem afretamento) ficou em US$ 16,7/boe no 1T25, com destaque para a redução no segmento onshore pelo segundo trimestre consecutivo.
    • A posição de caixa encerrou o 1T25 em US$ 831 milhões; a dívida líquida consolidada foi de R$ 11.888,3 milhões (US$ 2.070,3 milhões).
    • A alavancagem (Dívida Líquida/EBITDA) foi de 3,37x ao final do 1T25, dentro do limite aprovado pelos credores.
    • A Companhia publicou seu 1º Relatório Anual de Sustentabilidade, aderiu ao Pacto Global da ONU e implementou uma nova Matriz de Materialidade ESG.
    • A administração decidiu encerrar as negociações de desinvestimento de ativos onshore e de águas rasas, reafirmando a estratégia de manter um portfólio diversificado.
  79. Fato Relevante8 mai 2025
    Abrir fonte ↗

    Brava Energia encerra processo de desinvestimento de ativos onshore e águas rasas

    A Brava Energia S.A. comunica o encerramento das negociações para a venda de seus ativos onshore e de águas rasas na Bahia, citando recordes de produção, eficiência operacional e estratégia de portfólio diversificado.

    • A Brava Energia S.A. encerrou as negociações relativas ao desinvestimento de ativos onshore e de águas rasas, restritos aos campos na Bahia.
    • A decisão foi influenciada por recordes de produção e maior eficiência operacional dos ativos onshore da Bahia nos últimos trimestres.
    • A Companhia fortaleceu sua posição estratégica no segmento de gás e potencializou as sinergias de um portfólio integrado.
    • A entrada em operação do FPSO Atlanta e o atingimento de maior eficiência operacional em Papa-Terra, projetos offshore, também contribuíram para a decisão.
    • A Administração optou por manter um portfólio de ativos diversificado para mitigar riscos e assegurar resiliência de produção.
  80. Outro1 mai 2025
    Abrir fonte ↗

    Brava Energia: Estratégia, Portfólio e Performance Após Fusão 3R Petroleum e Enauta

    O documento detalha a formação da Brava Energia a partir da fusão da 3R Petroleum e Enauta, apresentando seu portfólio integrado, estratégia de negócios, métricas operacionais e financeiras, e conformidade regulatória.

    • A Brava Energia foi criada pela incorporação da Enauta pela 3R Petroleum, visando ser uma das principais empresas integradas de óleo e gás da América Latina.
    • Seu portfólio diversificado inclui 51 concessões de óleo e gás em seis bacias sedimentares no Brasil, com atuação nos segmentos upstream, midstream e downstream.
    • A trajetória da 3R Petroleum incluiu aquisições de ativos desinvestidos da Petrobras e IPO em 2020, enquanto a Enauta expandiu sua atuação com aquisições de campos e reestruturações societárias.
    • A incorporação da Enauta Participações e Maha Energy pela Companhia foi concluída em julho de 2024, com reestruturação societária e emissão de novas ações.
    • A estratégia da Brava Energia foca em crescimento orgânico da produção, eficiência operacional, gestão de custos, monetização de produtos e alocação de capital disciplinada, com forte compromisso ESG.
    • A Companhia possui reservas provadas (1P) de 479 milhões de boe e reservas provadas mais prováveis (2P) de 605 milhões de boe, com um VPL (pré-impostos) de US$ 8,0 bilhões (1P) e US$ 10,1 bilhões (2P).
    • O modelo de negócios prioriza o aumento do fator de recuperação de campos maduros através de técnicas como reativação de poços, workover e injeção de fluidos.
    • Em 2024, a revenue total foi de R$ 10.095.944 mil, com net_income de -R$ 1.132.595 mil, e a receita proveniente de clientes foi diversificada entre Raizen Trading S.A., Petrobras e outros.
    • A Companhia usufrui de benefícios fiscais como redução de IRPJ e CSLL (SUDENE) e regimes aduaneiros especiais (Repetro-Sped) para suas operações.
    • A Brava Energia publica anualmente Relatório Anual e de Sustentabilidade, seguindo diretrizes como GRI, SASB, TCFD, e GHG Protocol, e realiza inventários de emissão de gases de efeito estufa.
  81. Outro24 abr 2025
    Abrir fonte ↗

    Ata da Assembleia Geral Ordinária da BRAVA ENERGIA S.A. em 24 de abril de 2025

    A Assembleia Geral Ordinária da BRAVA ENERGIA S.A. aprovou as demonstrações financeiras de 2024, a destinação do resultado incluindo a absorção de prejuízo, a remuneração da administração e elegeu membros do Conselho Fiscal.

    • A Assembleia Geral Ordinária foi realizada em 24 de abril de 2025, de forma virtual, com a presença de acionistas representando 37,05% do capital social votante.
    • A Assembleia Geral Extraordinária foi instalada sem o quórum mínimo legal necessário para deliberação de seus itens, e será realizada em segunda convocação futuramente.
    • Foram aprovadas as contas dos administradores e as demonstrações financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2024, incluindo o parecer dos auditores independentes e conselhos.
    • Deliberou-se a absorção do prejuízo apurado no exercício social findo em 31 de dezembro de 2024, no valor total de R$ 909.691.397,49.
    • A absorção do prejuízo de 2024 será feita utilizando integralmente o saldo da Reserva Especial (R$ 277.696.395,28) e da Reserva Legal (R$ 19.487.466,34), com o saldo remanescente (R$ 612.507.535,87) destinado à conta de prejuízos acumulados
    • A proposta da administração para a remuneração global anual dos membros da administração da Companhia para 2025, no montante total de até R$ 107.970.260,00, foi aprovada.
    • Foram eleitos três membros titulares e três suplentes para o Conselho Fiscal, e aprovada a remuneração dos membros do Conselho Fiscal no valor de até R$ 654.000,00.
    • Os administradores foram autorizados a praticar todos os atos necessários para a implementação das deliberações aprovadas.
  82. Fato Relevante24 abr 2025
    Abrir fonte ↗

    BRAVA ENERGIA: Posse do Novo Diretor de Operações Offshore

    A Brava Energia S.A. comunica a posse de Carlos José do Nascimento Travassos como novo Diretor de Operações Offshore, sucedendo Carlos Ferraz Mastrangelo.

    • Carlos José do Nascimento Travassos tomou posse como Diretor de Operações Offshore da Brava Energia.
    • A indicação de Travassos como Diretor Estatutário foi ratificada pelo Conselho de Administração.
    • Ele substitui o Sr. Carlos Ferraz Mastrangelo, que ocupava anteriormente o cargo.
    • O Sr. Travassos possui 39 anos de experiência, com passagens pela Braskem e 35 anos na Petrobras em diversas posições de liderança, incluindo Engenharia, Tecnologia e Inovação.
    • A Brava agradeceu ao Sr. Mastrangelo por suas contribuições, incluindo o desenvolvimento do primeiro sistema de produção em águas profundas por uma companhia independente no país.
  83. Fato Relevante17 abr 2025
    Abrir fonte ↗

    Brava Energia publica Relatórios de Certificação de Reservas 2025

    A Brava Energia S.A. comunicou a publicação de seus Relatórios de Certificação de Reservas 2025, indicando 479 milhões de barris óleo equivalente em reservas provadas (1P) e um VPL de US$ 8,0 bilhões para essas reservas.

    • A Brava Energia S.A. comunicou a publicação dos Relatórios de Certificação de Reservas 2025 para seus principais ativos, com data-base de 31 de dezembro de 2024.
    • As certificações foram elaboradas pelas consultorias independentes DeGolyer and MacNaughton e Gaffney, Cline & Associates.
    • O escopo da Certificação 2025 abrange 100% dos ativos onshore nas Bacias Potiguar e do Recôncavo, 80% de Atlanta, 45% de Manati, 100% de Peroá e 62,5% de Papa-Terra, excluindo campos específicos no Rio Grande do Norte e Parque das Conchas.
    • A Companhia reporta 479 milhões de barris óleo equivalente (boe) de reservas provadas (1P) e 605 milhões de boe de reservas provadas mais prováveis (2P).
    • Do total de reservas 1P, 92% correspondem a reservas de óleo e 8% a gás natural.
    • Os volumes de Malombe (10 MMboe de 1C) foram classificados como recursos contingentes, dependendo da declaração de comercialidade pela ANP.
    • O valor presente líquido estimado (VPL 10), excluindo imposto de renda, para os ativos upstream é de US$ 8,0 bilhões para as reservas 1P e US$ 10,1 bilhões para as reservas 2P.
    • A estimativa de VPL não considera o portfólio mid & downstream da Companhia no Rio Grande do Norte.
    • A vida útil das reservas 1P é estimada em 26 anos (com base na produção média de 2024) ou 12 anos (considerando o pico de produção 1P previsto).
  84. Fato Relevante14 abr 2025
    Abrir fonte ↗

    BRAVA ENERGIA: Início de produção dos poços 4H e 5H no Campo de Atlanta

    A Brava Energia S.A. comunica o início da produção dos poços 4H e 5H no Campo de Atlanta, que se encontram em fase de testes e estabilização.

    • A Brava Energia S.A. informou o início da produção dos poços 4H e 5H no Campo de Atlanta.
    • Os poços 4H e 5H estão atualmente em processo de testes e estabilização.
    • Ambos os poços já produziram anteriormente através do sistema antecipado de produção (FPSO Petrojarl I).
    • Com a conexão desses poços, o FPSO Atlanta passa a produzir por meio de quatro poços (4H, 5H, 6H e 7H).
    • A Companhia prossegue com a campanha de conexão dos últimos dois poços (2H e 3H), com previsão de conclusão para junho de 2025.
  85. Outro4 abr 2025
    Abrir fonte ↗

    Brava Energia S.A.: Rating 'B+' Afirmado; Perspectiva Positiva Mantida

    A S&P Global Ratings afirmou o rating 'B+' da Brava Energia S.A., mantendo a perspectiva positiva devido às expectativas de maior produção e redução da alavancagem.

    • A S&P Global Ratings afirmou o rating de crédito de emissor em escala global 'B+' e o rating em escala nacional 'brAA-' para a Brava Energia S.A.
    • A perspectiva positiva reflete a expectativa de um upgrade após a confiança na redução da alavancagem da Brava, visando dívida ajustada S&P/EBITDA abaixo de 2,5x e FFO/dívida acima de 30%.
    • A produção diária da Brava é esperada para atingir cerca de 85.000 boe/dia nos próximos meses, impulsionada pela conexão de poços adicionais ao novo FPSO em Atlanta e operações retomadas em Papa-Terra.
    • Após desafios operacionais em 2024, incluindo atrasos na licença do FPSO Atlanta e manutenção prolongada em Papa-Terra, as operações estão normalizadas.
    • O primeiro óleo de Atlanta foi entregue em 31 de dezembro de 2024, com a produção crescendo para 19.900 boe/dia em fevereiro de 2025 e previsão de expansão para mais de 32.000 boe/dia.
    • A S&P projeta uma dívida ajustada S&P/EBITDA de cerca de 3,0x em 2025 e 2026, e FFO/dívida entre 20%-25% para o mesmo período.
    • A Brava planeja reduzir sua dívida bruta em aproximadamente R$1 bilhão em 2025, utilizando o excesso de geração de caixa e explorando alternativas de gestão de passivos.
    • O Capex será direcionado para aumentar os níveis de produção e campanhas de perfuração em campos offshore, com investimentos estimados em US$500 milhões em 2025 e US$760 milhões em 2026.
    • Uma campanha integrada de perfuração para Atlanta e Papa-Terra, com custo de US$200 milhões (2025-2027), iniciará no quarto trimestre de 2025, contribuindo para maior produção a partir do segundo semestre de 2026.
    • A liquidez é considerada adequada, com posição de caixa de R$5,6 bilhões em 31 de dezembro de 2024 e FFO de caixa de aproximadamente R$5,8 bilhões esperado em 2025.
    • Os covenants financeiros foram revisados para serem medidos em dólares americanos, reduzindo o risco de variação cambial, com a empresa esperando cumprir os novos limites.
    • Um cenário de rebaixamento seria possível se a produção for significativamente menor que o previsto, preços do petróleo permanecerem baixos, ou se a empresa adotar uma estratégia agressiva de aquisição.
  86. Outro15 jan 2025
    Abrir fonte ↗

    Aviso aos Acionistas: Assembleia Geral Ordinária de 2025 da Brava Energia

    A Brava Energia (B3: BRAV3) informa aos acionistas e ao mercado que a Assembleia Geral Ordinária de 2025 está prevista para 24 de abril de 2025.

    • A Brava Energia comunica a data de sua Assembleia Geral Ordinária de 2025.
    • A AGO está prevista para ser realizada em 24 de abril de 2025.
    • A informação é divulgada conforme o Calendário de Eventos Corporativos de 2025 e a Resolução CVM Nº 81.
    • A Companhia reitera seu compromisso com as melhores práticas de governança corporativa e a legislação vigente.
  87. Fato Relevante27 dez 2024
    Abrir fonte ↗

    Esclarecimento sobre notícia de propostas por ativos onshore

    A Brava Energia esclarece uma notícia veiculada na mídia sobre o recebimento de propostas por seus ativos onshore, detalhando as negociações em andamento e acordos prévios de venda de ativos.

    • O comunicado esclarece uma notícia do Valor Econômico de 26 de dezembro de 2024 sobre a Brava receber cinco propostas por ativos onshore em janeiro.
    • A Companhia está negociando mandato com dois bancos para avaliar potenciais transações de parceria ou venda de ativos, conforme recomendação do Conselho de Administração.
    • Um dos bancos já apresentou um teaser sobre os ativos onshore a potenciais interessados, com data para recebimento de propostas agendada para 09 de janeiro de 2025.
    • Não há, neste momento, acordo para vender ativos, exceto os divulgados anteriormente sobre um contrato de exclusividade para 11 concessões de óleo e gás no Rio Grande do Norte.
    • A exceção também inclui o Fato Relevante de 18 de dezembro de 2024 sobre infraestrutura midstream de gás no Rio Grande do Norte com a PetroReconcavo.
  88. Fato Relevante27 dez 2024
    Abrir fonte ↗

    ANP autoriza Brava Energia a retomar produção no campo de Papa-Terra

    A Brava Energia recebeu autorização da ANP em 27 de dezembro de 2024 para retomar a produção no campo de Papa-Terra, com preparativos para o reinício previstos para o início da próxima semana.

    • A Brava Energia S.A. (B3: BRAV3) recebeu autorização da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
    • A autorização, concedida em 27 de dezembro de 2024, refere-se à retomada da produção no campo de Papa-Terra.
    • A Companhia iniciará os preparativos para o reinício da produção, com previsão para o início da próxima semana.
    • O comunicado dá continuidade ao Fato Relevante divulgado em 21 de outubro de 2024 sobre a atualização da operação em Papa-Terra.
  89. Outro2 ago 2024
    Abrir fonte ↗

    Fitch eleva ratings da 3R para 'BB-'/'AA-(bra)'; Perspectiva Estável

    Fitch Ratings eleva os ratings de longo prazo da 3R Petroleum para 'BB-'/'AA-(bra)' com perspectiva Estável, retirando-os do Rating Watch Positivo, após a conclusão da fusão com Enauta e Maha Energy.

    • Fitch eleva os ratings de longo prazo da 3R Petroleum Oleo e Gas S.A. para 'BB-'/'AA-(bra)' com perspectiva Estável, retirando-os do Rating Watch Positivo.
    • A elevação reflete a conclusão da fusão da 3R com Enauta Participações S.A. e Maha Energy Brasil Ltda.
    • A transação fortalece a escala, eficiência operacional e base de ativos da 3R, reduzindo materialmente a alavancagem financeira.
    • A produção proforma esperada para 2024 é de 90 kboe/d, aumentando para 110 kboe/d em 2025, com reservas provadas (1P) de 511 milhões de boe.
    • As receitas offshore devem representar cerca de 55% do total de receitas entre 2024-2026.
    • A Fitch projeta que o EBITDA consolidado da 3R alcance BRL5.1 bilhões em 2024 e BRL7.7 bilhões em 2025.
    • A alavancagem líquida do EBITDA é estimada em 1.6x em 2024 e 0.6x em 2025.
    • O custo de elevação (lifting cost) está projetado em USD20/boe em 2024 e USD17/boe em 2025.
    • O capex anual médio é de BRL3.7 bilhões até 2026, com o fluxo de caixa livre (FCF) previsto para se tornar positivo em 2025.
    • A liquidez pós-fusão é considerada confortável, com um saldo de caixa combinado de BRL6.6 bilhões em junho de 2024 cobrindo toda a dívida com vencimento até 2026.
  90. Fato Relevante17 jul 2024
    Abrir fonte ↗

    3R Petroleum e Enauta: Cronograma, Relação de Troca e IRRF da Operação

    3R Petroleum e Enauta informam o cronograma tentativo para o fechamento da operação de incorporação, os ajustes na relação de troca de ações e as diretrizes para cobrança de IRRF de acionistas não residentes.

    • O cronograma tentativo para o fechamento da Operação prevê o cumprimento das condições suspensivas até 30/07/2024, fechamento e último dia de negociação das ações da Enauta em 31/07/2024, e primeiro dia de negociação das ações da 3R emitida
    • A relação de troca foi ajustada: a Maha Energy AB receberá 0,043148 ação ordinária da 3R para cada quota da Maha Holding, e os acionistas da Enauta receberão 0,805013 ação ordinária da 3R para cada ação ordinária da Enauta.
    • Frações de ações resultantes da incorporação serão agrupadas e alienadas no mercado à vista da B3, com o resultado financeiro líquido proporcional creditado aos acionistas.
    • Haverá cobrança de Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) sobre o ganho de capital para acionistas da Enauta não residentes no Brasil, com alíquotas progressivas de 15% a 22,5%, ou 25% para residentes em países de tributação favorecida.
    • Acionistas não residentes devem informar o custo médio de aquisição das ações da Enauta à 3R até 31/07/2024 às 18h; caso contrário, o custo de aquisição será considerado zero e a alíquota de 25% será aplicada sobre o valor total.
  91. Fato Relevante29 jan 2024
    Abrir fonte ↗

    3R Petroleum precifica notes de US$ 500 milhões com vencimento em 2031

    A 3R Petroleum, por meio de sua subsidiária 3R Lux, precificou uma oferta de senior secured notes no valor de US$ 500 milhões, com taxa cupom de 9,750% ao ano e vencimento em 2031.

    • A subsidiária 3R Lux precificou uma oferta de senior secured notes de US$ 500 milhões com taxa cupom de 9,750% ao ano e vencimento em 2031.
    • As Notes contam com garantia fidejussória da 3R Petroleum e certas subsidiárias, além de garantias reais sobre recebíveis de contratos off-take, ações de subsidiárias e direitos de concessões.
    • A liquidação das Notes está prevista para ocorrer em 05 de fevereiro de 2024.
    • Os recursos líquidos captados serão utilizados para o refinanciamento do endividamento atual da Emissora, relacionado à aquisição do Polo Potiguar.
    • As Notes foram oferecidas e vendidas apenas a investidores institucionais qualificados e cidadãos não-americanos, não tendo sido registradas nos EUA ou no Brasil como oferta pública.
  92. Fato Relevante9 jun 2023
    Abrir fonte ↗

    3R Petroleum: Homologação do Aumento de Capital

    A 3R Petroleum comunicou a homologação total do aumento de seu capital social, com a subscrição integral de novas ações e o consequente incremento do capital e do número de ações da companhia.

    • O Conselho de Administração da 3R Petroleum aprovou a homologação total do aumento de capital social.
    • Foram subscritas e integralizadas 36.809.815 ações ordinárias, ao preço de R$ 24,45 por ação.
    • O aumento de capital resultou em um aporte total de R$ 899.999.976,75.
    • O capital social da companhia passou de R$ 4.154.405.602,52 para R$ 5.054.405.579,27.
    • O número de ações ordinárias da empresa aumentou de 203.087.632 para 239.897.447.
    • O início da negociação das novas ações na B3 S.A. está previsto para 12 de junho de 2023.
  93. Fato Relevante2 jun 2023
    Abrir fonte ↗

    3R Petroleum: Resultado da Subscrição de Sobras e Rateio Adicional de Capital

    A 3R Petroleum informa sobre o encerramento do prazo para subscrição de sobras de ações e o rateio proporcional das sobras adicionais decorrentes do aumento de capital, detalhando o processo e as próximas etapas.

    • O prazo para acionistas exercerem o direito de subscrição de sobras no aumento de capital encerrou-se em 31 de maio de 2023.
    • Das 2.616.333 ações não subscritas inicialmente, 2.146.156 foram subscritas, restando 470.177 sobras adicionais.
    • Os pedidos para subscrição das sobras adicionais totalizaram 121.687.663 ações, excedendo a quantidade disponível.
    • As sobras adicionais foram rateadas proporcionalmente entre os interessados, a um percentual de 21,9078669025% sobre as ações subscritas no período de sobras.
    • Cada ação a ser subscrita tem o preço de R$24,45.
    • A subscrição e integralização das sobras adicionais devem ser realizadas em 6 de junho de 2023.
    • A Companhia poderá realizar um leilão de sobras adicionais, a seu critério, após o rateio, caso seja atingido o valor do Aumento de Capital Mínimo.
    • A homologação total ou parcial do aumento de capital pelo Conselho de Administração está prevista para 12 de junho de 2023.
    • Em caso de subscrição parcial, os valores de acionistas que condicionaram sua subscrição a patamar superior serão devolvidos em até 2 dias úteis da homologação.
  94. Outro17 mar 2023
    Abrir fonte ↗

    3R Petroleum: Alteração da Data da Assembleia Geral Ordinária 2023

    A 3R Petroleum comunicou a alteração da data de sua Assembleia Geral Ordinária de 2023 para 28 de abril, impactando o calendário de eventos corporativos.

    • A 3R Petroleum atualizou o Calendário de Eventos Corporativos 2023.
    • A Assembleia Geral Ordinária (AGO) de 2023 foi reagendada para 28 de abril de 2023.
    • As novas datas para o edital de convocação e a proposta da administração para a AGO serão divulgadas oportunamente.
  95. Fato Relevante16 set 2022
    Abrir fonte ↗

    3R Petroleum conclui liquidação de oferta de debêntures no valor de R$900 milhões

    A 3R Petroleum Óleo e Gás S.A. comunica a conclusão da liquidação de sua 2ª emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, totalizando R$900 milhões.

    • A 3R Petroleum concluiu a liquidação da oferta de 900.000 debêntures simples, não conversíveis em ações.
    • Cada debênture possui valor nominal unitário de R$ 1.000,00, totalizando um valor de oferta de R$900.000.000,00.
    • As debêntures têm vencimento de 3 anos a partir da data de emissão, com 18 meses de carência para o principal e pagamentos trimestrais subsequentes.
    • Os juros remuneratórios correspondem a 100% da taxa DI acrescida de um spread de 3% ao ano.
    • A aprovação da emissão e seus termos foi deliberada pelo Conselho de Administração em 12 de agosto e 15 de setembro de 2022.
  96. Fato Relevante2 ago 2022
    Abrir fonte ↗

    3R Petroleum contrata financiamento de US$ 500MM para aquisição do Polo Potiguar

    A 3R Petroleum, por meio de sua subsidiária 3R Lux, contratou um financiamento de US$ 500 milhões com instituições financeiras lideradas pelo Morgan Stanley Senior Funding Inc. para a aquisição do Polo Potiguar.

    • A subsidiária 3R Lux obteve financiamento de US$ 500 milhões por meio de um “Credit and Guarantee Agreement”.
    • O financiamento foi contratado com instituições financeiras lideradas pelo Morgan Stanley Senior Funding Inc., incluindo Banco do Brasil, Citibank, Deutsche Bank, HSBC México, Itaú BBA International e Santander Brasil.
    • O prazo de vencimento do financiamento será entre 54 e 60 meses a partir da data de contratação.
    • Os juros remuneratórios são baseados na taxa SOFR acrescida de 6,25% ao ano, com possível variação.
    • Os recursos captados serão destinados à conclusão da aquisição do Polo Potiguar, que inclui ativos de upstream, mid e downstream na Bacia Potiguar, atualmente operado pela Petrobras.
    • O empréstimo será garantido por fiança da Companhia e subsidiárias, além de garantias reais sobre recebíveis, ações e direitos de concessões.
    • Antes do desembolso, a Companhia pagará uma taxa (ticking fee) inferior à taxa de juros principal, e o desembolso está sujeito a condições precedentes usuais de mercado.
  97. Outro18 mai 2022
    Abrir fonte ↗

    S&P Global altera perspectiva do rating da 3R Petroleum para positiva

    A S&P Global Ratings alterou a perspectiva do rating da 3R Petroleum para positiva, reafirmando o rating brA-, em função da aquisição do Polo Potiguar e aumento esperado de escala e diversificação.

    • A S&P Global Ratings alterou a perspectiva do rating de crédito de emissor de longo prazo da 3R Petroleum de estável para positiva e reafirmou o rating brA- na Escala Nacional Brasil.
    • A 3R Petroleum adquiriu o Polo Potiguar por US$1,38 bilhão, com expectativa de financiamento majoritário por dívida e conclusão da transação no início de 2023.
    • A aquisição do Polo Potiguar e a consolidação de outros ativos devem levar a 3R a uma produção diária próxima de 50.000 barris equivalentes de petróleo (boe)/dia ao final de 2023.
    • A S&P projeta a dívida bruta sobre EBITDA da 3R em torno de 5,0x em 2022, com redução para cerca de 3,0x em 2023 devido ao aumento da geração de caixa.
    • Após a conclusão das aquisições, incluindo Polo Potiguar, Recôncavo, Papa-terra, Fazenda Belém e Peroá, a 3R contará com nove ativos operacionais.
    • A liquidez da 3R é avaliada como menos que adequada nos próximos doze meses, considerando os elevados pagamentos por aquisições e o plano de investimentos.
    • A perspectiva positiva incorpora a expectativa de consolidação das aquisições e o sucesso no plano de redesenvolvimento dos campos, resultando em aumento significativo na geração de caixa.
    • O cenário-base da S&P inclui premissas sobre o preço do Brent, transferência de polos, projeções de produção diária, custos de extração, investimentos (capex) e a emissão de nova dívida.
  98. Fato Relevante10 mai 2022
    Abrir fonte ↗

    3R Petroleum atualiza certificações de reservas de Polos Macau, Recôncavo e outros

    A 3R Petroleum comunicou as atualizações das certificações de reservas de seus ativos, com destaque para a reposição de reservas e o aumento do Valor Presente Líquido (VPL 10) para a data-base de 31 de dezembro de 2021.

    • A 3R Petroleum divulgou os resultados das atualizações das certificações de reservas dos Polos Macau, Recôncavo, Rio Ventura, Fazenda Belém e Pescada e Arabaiana, com data-base de 31 de dezembro de 2021.
    • As certificações foram elaboradas pelas consultorias independentes DeGolyer and MacNaughton (Macau e Recôncavo) e Gaffney Cline (Rio Ventura, Fazenda Belém e Pescada e Arabaiana).
    • O portfólio consolidado da Companhia totaliza 514,8 milhões de barris óleo equivalente (MMboe) em reservas provadas mais prováveis (2P).
    • Desse total, 373,3 MMboe (73%) são reservas provadas (1P) e 35% das reservas 2P são classificadas como reservas provadas desenvolvidas em produção (PDP).
    • As reservas de gás natural representam 11% do total das reservas 2P.
    • Houve uma reposição de 18,5 MMboe (+5,2%) em reservas 1P e 21,3 MMboe (+4,3%) em reservas 2P, em comparação com estimativas anteriores.
    • O Valor Presente Líquido (VPL 10) estimado é de US$ 4,75 bilhões para reservas 1P e US$ 6,49 bilhões para reservas 2P.
    • A certificação anterior do Polo Macau considerava 50% do Campo de Sanhaçu, adquirido pela Companhia em dezembro de 2021.
  99. ITR3 mai 2022
    Abrir fonte ↗

    3R Petroleum: Resultados do Primeiro Trimestre de 2022

    A 3R Petroleum reportou resultados financeiros e operacionais robustos no 1T22, impulsionados pelo aumento de produção e preços favoráveis de commodities, apesar de um prejuízo líquido impactado por despesas financeiras e hedge.

    • A receita líquida atingiu R$ 375,3 milhões no 1T22, um aumento de 50,1% T/T e 182,6% A/A, com a receita de óleo representando 92,5% do total.
    • O EBITDA Ajustado acumulou R$ 198,5 milhões no 1T22, crescendo 140,3% T/T e 150,3% A/A, com margem EBITDA Ajustada de 52,9%.
    • A produção total da parcela 3R alcançou 9.164 boe/d no 1T22, um crescimento de 21,2% T/T e 67,9% A/A.
    • O lifting cost consolidado foi de US$ 9,2/boe no 1T22, uma redução de 4,1% T/T, com o Polo Macau atingindo US$ 6,4/boe.
    • A 3R consolidou sua posição como um dos principais produtores independentes de O&G na América Latina com a assinatura do Polo Potiguar.
    • As reservas 2P certificadas totalizam 493,5 milhões de boe após a certificação do Polo Potiguar, com valor presente aproximado de US$ 2,8 bilhões para o Polo Potiguar (2P).
    • O prejuízo líquido do 1T22 foi de R$ 335,2 milhões, impactado negativamente por despesas com instrumentos derivativos de hedge de Brent e perdas de aplicações financeiras indexadas ao dólar.
    • O Capex somou US$ 13,0 milhões no trimestre, direcionado para projetos como plantas de separação óleo-água no Polo Macau e atividades de workover.
    • A Companhia reforçou sua governança com a eleição de novos membros para o Conselho de Administração e a instalação do Conselho Fiscal e Comitê de Compliance.
    • Iniciativas ESG incluíram certificação Great Place to Work, ausência de acidentes com afastamento e projeto gas-to-wire em fase final de comissionamento no Polo Macau.
  100. Outro30 mar 2022
    Abrir fonte ↗

    3R Petroleum: Aviso aos Acionistas sobre Publicações e Mudança de Sede

    A 3R Petroleum comunicou aos acionistas, investidores e mercado em geral sobre a alteração dos seus canais de publicação e a mudança do endereço da sede da Companhia.

    • A 3R Petroleum alterou seus canais de publicação em conformidade com o novo artigo 289 da Lei das Sociedades por Ações e orientações da CVM/SEP.
    • A Companhia deixou de realizar publicações no Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro, mantendo-as no jornal Diário Comercial e no canal oficial da própria empresa.
    • A sede da Companhia foi alterada para o Edifício Torre Oscar Niemeyer, localizado na Praia de Botafogo, nº 186, salas 1301, 1401 e 1501, parte, Botafogo, Rio de Janeiro.
    • O Formulário Cadastral da Companhia foi atualizado para refletir as alterações nos canais de divulgação e no endereço da sede social.
  101. Release5 ago 2021
    Abrir fonte ↗

    3R Petroleum: Destaques Operacionais e Financeiros do 2T21

    A 3R Petroleum reportou forte desempenho operacional e financeiro no 2T21, incluindo o aumento da produção do Polo Macau e a aquisição estratégica do campo Papa-Terra, além de iniciar a operação do Polo Rio Ventura e avançar em iniciativas

    • A produção média diária de óleo no Polo Macau atingiu 4.793 barris/dia no 2T21, um aumento de 29,2% em comparação com o 2T20 e 5,3% em relação ao 1T21.
    • A Companhia adquiriu 62,5% do campo Papa-Terra em julho de 2021 por US$ 105,6 milhões, com 85% do valor condicionado à eficiência operacional do ativo e ao preço do Brent.
    • A 3R assumiu a operação do Polo Rio Ventura em 15 de julho de 2021, marcando o segundo ativo a ser operado pela Companhia.
    • A revenue líquida consolidada alcançou R$ 152,8 milhões no 2T21, um aumento de 15,1% em relação ao 1T21, impulsionada pelo Polo Macau.
    • O EBITDA Ajustado consolidado totalizou R$ 89,3 milhões no 2T21, com margem de 58,4%.
    • O Lifting Cost médio do Polo Macau foi de US$ 6,25/boe no 2T21, mantendo-se como referência entre os produtores independentes brasileiros.
    • As iniciativas ESG incluíram o Projeto Gas to Wire para geração de energia a partir do gás do Polo Macau e o desenvolvimento de projetos de separação de óleo e água.
    • A Companhia encerrou o segundo trimestre com net_income de R$ 54,3 milhões, revertendo o prejuízo do trimestre anterior.
    • O Capex totalizou US$ 4,9 milhões no 2T21, focado em projetos de revitalização, construção da planta de separação de óleo e água e mobilização para o Polo Rio Ventura.
    • A 3R encerrou o 2T21 com caixa e equivalentes de caixa de R$ 1.389,5 milhões, e uma posição financeira líquida de R$ 737,9 milhões.
    • O portfólio da 3R é composto por sete complexos de ativos, com produção média total de ~36,8 mil boe/d no 1S21 e ~24,7 mil boe/d relacionados à participação da 3R.
  102. Outro13 ago 2020
    Abrir fonte ↗

    Documento confidencial sem conteúdo corporativo ou financeiro relevante

    Este documento, marcado como confidencial, consiste em metadados e assinaturas, sem apresentar informações corporativas ou financeiras.

    • O documento é classificado como confidencial.
    • Contém metadados de criação e modificação, com datas de julho e agosto de 2020.
    • Inclui registros de assinaturas de Bruno Santoro (cmalaw.com) e Yasmin Karam Tomaino (Mattos Filho) em datas de julho e agosto de 2020.
    • Nenhuma informação corporativa, operacional ou financeira é apresentada no corpo do documento.
  103. Relatório Anual
    Abrir fonte ↗

    Fatores de Risco: Operacionais, Financeiros, Regulatórios e de Mercado

    Este documento detalha os principais fatores de risco que podem afetar adversamente os negócios, condição financeira, resultados operacionais e reputação da Companhia, abrangendo aspectos operacionais, regulatórios, financeiros, sociais, am

    • Riscos operacionais incluem a complexidade do portfólio (upstream, mid & downstream), alta concorrência, incertezas na exploração/produção, atrasos na infraestrutura e acidentes, especialmente em operações offshore.
    • Riscos financeiros abrangem a potencial incapacidade de cumprir cláusulas restritivas (covenants) de empréstimos, exposição à volatilidade de moedas e preços de commodities, necessidade de investimentos de capital significativos e incerteza
    • Riscos regulatórios destacam impactos da Nova Lei do Gás, condições e aprovações da ANP e CADE para aquisições/cessões de ativos, possibilidade de perda de concessões por descumprimento e exigências de licenciamento ambiental.
    • Riscos legais e de conformidade envolvem litígios cíveis, fiscais, trabalhistas e ambientais (com menção a processos específicos e valores), arbitragens, além de responsabilidades por contratos 'take or pay' e potenciais violações de leis a
    • Riscos de governança e mercado incluem a ausência de um acionista controlador e seus efeitos na tomada de decisão, diluição por futuras emissões de ações, volatilidade e baixa liquidez do mercado de capitais brasileiro, e problemas com part
    • Riscos ambientais e sociais abordam a rigidez da legislação ambiental, custos de descomissionamento e abandono de ativos, impacto de demarcações de terras e movimentos sociais, além dos efeitos da transição energética na demanda por combust
    • Riscos externos envolvem a influência significativa do Governo Federal na economia brasileira, condições macroeconômicas globais, mudanças no rating de crédito do Brasil e tensões geopolíticas internacionais.
  104. Brava Energia: Estrutura, Portfólio e Estratégias Pós-Fusão Enauta/3R

    O documento detalha a formação da Brava Energia pela incorporação da Enauta pela 3R Petroleum, apresentando seu portfólio integrado de óleo e gás, desempenho financeiro e compromissos ESG para 2024.

    • A Brava Energia foi criada pela incorporação da Enauta pela 3R Petroleum, com o objetivo de ser uma das principais empresas independentes integradas de óleo e gás da América Latina.
    • A empresa atua nos segmentos de produção (upstream), tratamento e escoamento (midstream) e refino e comercialização (downstream), com um portfólio de 51 concessões em seis bacias sedimentares no Brasil.
    • A trajetória da 3R Petroleum incluiu aquisições de ativos da Petrobras e participações em rodadas da ANP, expandindo significativamente seu portfólio de 2013 a 2024.
    • A Enauta Energia expandiu por meio de reestruturações e aquisições, como participações nos campos de Atlanta e Manati, antes de ser incorporada pela Brava Energia em julho de 2024.
    • A receita líquida total da Companhia foi de R$ 10.095.944 mil em 2024, enquanto o lucro líquido (prejuízo) totalizou R$ -1.132.595 mil no mesmo período.
    • A Brava Energia possui 479 milhões de barris de óleo equivalente (boe) em reservas provadas (1P) e 605 milhões de boe em reservas provadas mais prováveis (2P), com VPL10 estimado em US$ 8,0 bilhões e US$ 10,1 bilhões, respectivamente.
    • A estratégia da Companhia foca no crescimento orgânico da produção, eficiência operacional, gestão de custos e monetização de produtos, com disciplina na alocação de capital e aumento do fator de recuperação dos ativos.
    • A empresa usufrui de benefícios fiscais como a redução de 75% do IRPJ pela SUDENE e o regime aduaneiro especial Repetro-Sped, além de reduções de ICMS para suas subsidiárias.
    • A Brava Energia publica anualmente seu Relatório Anual e de Sustentabilidade, seguindo diretrizes como GRI, SASB, TCFD, GHG Protocol e alinhamento aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.